segunda-feira, 13 de junho de 2016

Hering joga em várias frentes para tentar sair da crise

Hering Store

Antes mesmo que o mercado não conseguisse falar de outra coisa, a palavra crise já pautava o dia a dia da Hering.

A luz amarela se acendeu no balanço da companhia em 2012, quando a economia brasileira ainda crescia.

Após seis anos de crescimento ininterrupto - que levaram a varejista a ser uma "queridinha" da Bolsa, com valor de mercado de R$ 8 bilhões -, a empresa começou a perder força e só viu os resultados piorarem desde então.

De 2013 para cá, a companhia vem trabalhando em soluções para reverter o quadro, tarefa que foi dificultada - e muito - pela atual retração do consumo.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da Cia. Hering, Fábio Hering, admite que os atuais problemas da companhia catarinense, fundada há 135 anos, não estão só relacionados à crise econômica.

Para o executivo, a Hering precisa se reinventar. O esforço para a virada se desdobra em várias frentes: a empresa está mexendo na linha de produtos, para fugir apenas da velha camiseta básica; na logística e na relação com os franqueados, permitindo que os lojistas recebam quantidades menores de mercadoria, evitando que boa parte do estoque tenha de ser vendida em liquidações; e no layout das lojas, que passa por modernização.

Por enquanto, o executivo admite que as mudanças não surtiram qualquer efeito no balanço.

Com a recessão, as vendas nas lojas abertas há mais de um ano - um dos principais termômetros para analistas do setor de varejo - caíram 5,5% no primeiro trimestre, o pior resultado recente da companhia. A receita no período ficou em R$ 376 milhões, menor nível desde 2011.

O lucro de janeiro a março, de R$ 29,3 milhões, é equivalente a menos da metade do resultado obtido no mesmo período de 2012. Apesar dos números terem piorado, a empresa não pode se dar ao luxo de parar, de acordo com seu presidente.

Pelo contrário: a ordem, neste momento, é pôr o pé no acelerador. Segundo o analista de varejo do banco Brasil Plural, Guilherme Assis, ainda que seus resultados tenham se deteriorado e os esforços para reverter a trajetória negativa não estejam surtindo efeitos, a Hering é considerada um negócio relativamente privilegiado no setor de varejo.

Isso porque a empresa ainda gera lucro e caixa, enquanto concorrentes de médio porte - como a GEP, dona da Luigi Bertolli - tiveram de recorrer à recuperação judicial e outras gigantes, como a Marisa, já operam há algum tempo no vermelho.

São as reservas da época de bonança que permitem que a Hering faça investimentos no meio da crise econômica. A empresa vai gastar agora R$ 30 milhões para bancar a reforma de quase cem de suas franquias nos próximos 12 meses.

A companhia vai pagar 25% do investimento e financiar o restante para os parceiros em 12 vezes sem juros - um típico negócio de pai para filho.

Segundo fontes de mercado, a empresa teve de colocar a mão no bolso, pois, com as vendas em queda, seria difícil convencer os franqueados a fazer esse investimento.

"O sistema de franquia reduz a agilidade da mudança nas lojas", diz o analista Luiz Cesta, do Banco Votorantim.

Mais marcas

Outro desafio da companhia é se livrar de sua forte dependência da marca Hering, que ainda responde por 75% de seu faturamento.

Além das 648 unidades próprias e franqueadas em todo o País, os produtos da marca que batiza o grupo também são distribuídos em mais de 13 mil clientes multimarca.

"Nosso objetivo é reduzir a dependência da empresa da Hering para 50% da receita", afirma Fábio Hering.

Segundo fontes de mercado, isso será difícil de ser feito com as marcas que a empresa já tem em mãos.

A Hering Kids e a PUC, apesar de apresentarem alta nas vendas, estão em um segmento infantil, que representa uma parcela pequena do varejo de moda.

Já a Dzarm ficou "dormente" por vários anos e hoje tem três lojas em operação em fase de testes.

A Hering for You, lançada há três anos com a esperança de ser o pontapé inicial para uma rede feminina, está sendo descontinuada e sua coleção será incorporada às unidades da "marca-mãe".

Uma das saídas para acelerar esse processo de redução de dependência da Hering poderá ser a aquisição de marcas, afirma o executivo, sem especificar um possível alvo.

Fábio Hering admite que, apesar de a empresa já estar trabalhando na reviravolta de seu negócio há quase quatro anos, há muito trabalho a se fazer.

Mas a empresa não é novata em transformações radicais. Desde os anos 90, fez transformações profundas tanto na área industrial - a maioria das fábricas foi transferida para Goiás, que oferece incentivos à indústria têxtil - quanto na comercial.

O empresário conta que, antes da Hering Store, a empresa mal sabia contabilizar seus clientes. "Vendíamos milhões de peças, por atacadistas, e estávamos presentes até em supermercados", lembra.

Apesar do tamanho do desafio que tem pela frente, a Hering tem um ponto a seu favor: a disposição em mudar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

Com R$ 26 bi em venda, Atacadão é a maior rede do país

Pode não parecer, especialmente para o consumidor que raramente vê alguma loja por aí, mas o fato é que o Atacadão é hoje a maior rede de comércio em operação no país - supera, inclusive, tradicionais líderes em seu setores como Casas Bahia e Lojas Americanas. O negócio de atacarejo do Carrefour, com 125 lojas, vende quase o mesmo do que o grupo Walmart no Brasil e tem duas vezes e meia a receita anual do Magazine Luiza.

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Fonte: http://www.valor.com.br/

Tenda revê plano e não descarta sociedade

O Tenda Atacado, da família Severini, prevê expansão de 14% nas vendas em 2016, com projeção de alcançar receita bruta de R$ 2,6 bilhões, considerando a abertura de, pelo menos, uma loja neste ano. Na avaliação da empresa, ainda não está claro se o pior da crise econômica já passou, disse Carlos Eduardo Severini, presidente do conselho de administração do Tenda Atacado, e em uma posição cautelosa, a companhia decidiu conter investimentos.

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Fonte: http://www.valor.com.br

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Corrupção no varejo?


Não existem estatísticas ou denúncias, mas o varejo alimentar é vítima e vilão da corrupção.Conversas confidenciais mostram que o setor enfrenta esse mal, que compromete a saúde do País e das empresas

Como e por que tanta corrupção 

Mal de que padece a humanidade, a corrupção é cometida pelo varejo por várias razões: a principal é a falta de um ambiente favorável aos negócios. sobra burocracia e faltam agilidade e leis de mercado mais flexíveis. e a máxima de que 'se os outros podem eu também posso' prevalece.

Após três anos esperando liberação de licença ambiental para construção de uma nova loja, o supermercadista decidiu buscar uma alternativa nada ortodoxa. Certo de que todos os documentos solicitados estavam em ordem e que as condições da área permitiam a construção, ele resolveu gratificar funcionários públicos que se dispusessem a dar uma mãozinha. Pouco tempo depois, a licença foi liberada e a obra pôde ser iniciada. O exemplo é de uma rede que preferiu não se identificar, mas quem não passou por algo parecido que atire a primeira pedra. Algumas vezes, a decisão de molhar a mão antecede as dificuldades. O empresário quer correr com a expansão ou não quer cumprir determinações legais de diferentes naturezas. Ele se nega, por exemplo, a cumprir normas trabalhistas ou de segurança alimentar, o que o conduz ao atalho institucionalizado da corrupção. Às vezes, para obter um empréstimo robusto, esse mesmo empresário suborna um gerente de banco, a fim de que eleve o teto de faturamento de sua empresa. Esse atalho, contudo, vem cobrando preços cada vez mais altos, de todos. "As pessoas costumam se sentir à vontade para pagar propinas ou sonegar taxas e impostos (porta de entrada para a corrupção), alegando que tudo que desembolsam não se traduz em melhores serviços públicos – da saúde à infraestrutura –", afirma Monica Gonçalves, gerente de compliance do ICTS Protiviti, consultoria de gestão em risco. Há empresários ainda que justificam a dificuldade de se manter na linha alegando que o Brasil não oferece um bom ambiente de negócios. Segundo eles, ao contrário do que acontece em países do primeiro mundo, aqui é difícil abrir e fechar uma operação; são solicitadas licenças e atestados em excesso; e o prazo para encaminhamento dos documentos se esgota rapidamente.

Análises mostram também que as normas e exigências legais são ainda bem menos flexíveis, o que prejudica a aprovação de diferentes demandas. Outro argumento comum para explicar os inevitáveis desvios é o comportamento da concorrência. Os outros sonegam e distribuem benefícios, logo, têm custos menores e preços melhores. Para enfrentá- los, só mesmo agindo da mesma forma. Não é à toa que pesquisa feita em 2014, nas universidades britânicas Birmingham e Strathclyde, revelou que um a cada 10 brasileiros pagou algum tipo de propina no último ano. No total, foram feitas 250 mil entrevistas em 119 países, sendo 1.500 no Brasil. Os obstáculos criados por governos e servidores são um fato, mas empresas e pessoas devem mesmo acreditar que a corrupção é a única saída para enfrentar as injustiças? Devem se eximir de responsabilidades e continuar atribuindo os males do País a terceiros? Essa postura constrói ou compromete o destino de todos? As respostas, sem dúvida, não são simples, nem devem ser utópicas. Mas o fato é que hoje existe a Lei 12.846/2013, conhecida como Lei Anticorrupção. E existe também o desejo da sociedade de acabar com esse mal, ou pelo menos reduzi-lo a bases controláveis, como já fizeram muitos países. Basta observar as ações que vêm sendo movidas contra quadrilhas de todos os tipos – de médicos envolvidos com tráfico de órgãos a escolas públicas que desviam merenda, passando pelos grandes escândalos que envolvem políticos, empresários e órgãos ou instituições públicas. A Operação Lava Jato é um exemplo. Ou seja, a corrupção hoje é fortemente combatida e conta com lei e punições que passam por prisão, perda de bens e suspensão de atividades, entre outras medidas. Passam também por multas de 0,1% a 20% do faturamento bruto, ou de R$ 6 mil a R$ 60 milhões.

No varejo, uma das práticas ilícitas é a sonegação. Ela ocorre a partir de fraudes e de acordos com fornecedores e funcionários públicos. Uma das taxas sonegadas é a de importação, graças à manipulação de notas fiscais. As consequências dessa prática não são benéficas para a própria empresa. Fábio Haddad, gerente executivo de compliance do ICTS Protiviti, afirma que companhias corruptas costumam dar pouca importância para a eficiência operacional. "As vantagens obtidas se transformam em economia e quando os esquemas naufragam a empresa passa por dificuldades", diz. "A organização perde a oportunidade de construir um futuro sólido". Já a corrupção generalizada, envolvendo as várias pontas do sistema, interfere no alcance dos investimentos públicos e produtivos, o que também prejudica as empresas. Basta pensar nos investimentos em estradas, novas fábricas e CDs. É um mal que, sem combate, corrói instituições, economia e companhias.



As práticas mais comuns de corrupção no varejo alimentar do Brasil 
Segundo pesquisa feita em 2014 nas universidades britânicas birmingham e strathclyde, um a cada 10 brasileiros pagou alguma propina no último ano. A corrupção não envolve apenas políticos, mas está no dia a dia das empresas e dos cidadãos brasileiros

Sonegação de impostos
Mesmo com o cerco do Fisco, o mal persiste. É comum a sonegação a partir da falsificação de demonstrativos financeiros e de acordos com fornecedores envolvendo notas fiscais
Fraudes na importação 
Também envolvem notas fiscais, que são emitidas com valores inferiores ao da compra, para reduzir o valor de taxas. Também é comum acordos com fiscais aduaneiros para agilizar a liberação de mercadorias

Adulteração de dados
Informações fiscais, contábeis, financeiras e trabalhistas são adulteradas para que a empresa não cumpra suas obrigações. A manipulação de despesas e receitas também ocorre

Pagamento de propinas
É uma prática para, por exemplo, agilizar a emissão de licenças de abertura de lojas. Também acontece para impedir autuações por não cumprimento de leis e normas

Fraudes em aquisições
Fraudam-se os dados tributários a fim de estabelecer um preço melhor para a empresa que está à venda ou em processo de fusão

Suborno a terceiros
Gerentes de bancos são subornados para elevar o teto de faturamento das empresas a fim de se obter um empréstimo polpudo

Fontes: varejistas e consultores

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Fonte:http://www.sm.com.br

Decathlon enxerga crise como momento de oportunidade

O tripé tecnologia, processos e pessoas nunca fez tanto sentido para o setor varejista como nos dias atuais, onde o cenário de crise gera um certo pânico, mas também cria um ambiente de oportunidades para inovação de produtos, de serviços e de negócios. E mesmo diante desses desafios, como o Varejo pode manter a eficiência e produtividade em uma agenda que vai do curto ao médio prazo?

“Nós, profissionais de Tecnologia da Informação, precisamos evoluir para uma atuação de entrega de valor para o negócio”, aponta o CIO da Decathlon, Giovanni Montoneri. Ele será um do painelistas da 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que acontecerá no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo. O executivo se juntará a nomes como Joaquim Garcia, CIO Global da IMC, Paulo Farroco, CIO da Riachuelo, e Ricardo Pastore, professor e coordenador do Núcleo de Varejo da ESPM, para falar de crise e disrupção no setor varejista e como a TI tem sido estratégica nos processos de inovação, eficiência, produtividade e engajamento com o cliente.

Na visão de Montoneri, que está na Decathlon desde 1999 e já foi, inclusive, CTO da companhia, o Varejo deve aproveitar as oportunidades que surgem em períodos de crise, principalmente para inovar a empresa de dentro para fora. “Hoje, otimizamos processos existentes, melhoramos a qualidade dos nossos produtos e temos mais eficácia na entrega de valor para o negócio”, acrescenta.

Desde 2014, Montoneri vem aprimorando o parque tecnológico da Decathlon no Brasil com a implementação do SAP HANA, tecnologia de RFID no estoque que é integrado para ambiente físico e online. Isso gera mais agilidade ao atendimento, garantindo sempre disponibilidade do produto e facilita a produção de inventários nas lojas físicas. Além disso, na área de mobilidade, a varejista disponibiliza smartphones para os vendedores nas lojas físicas com objetivo de melhorar o atendimento ao cliente. “Com exceção do SAP HANA, as outras tecnologias foram desenvolvidas internamente, uma vez que já temos um time especializado nas nossas demandas. Além disso, o Brasil tem muitas particularidades fiscais e contábeis”, explica o CIO.

A Decathlon está presente em 26 países com 1.100 lojas físicas e conta com um time de 550 pessoas no departamento de Tecnologia da Informação. No Brasil, a equipe de Montoneri contém 35 pessoas. “Hoje, nossa expertise nas demandas brasileiras com especificidades fiscais, frente de caixas, sistemas de importação e armazéns servirá de exemplo para a abertura de novas lojas em diferentes países”, finaliza o CIO.

As inscrições para a 5ª edição do Congresso TI & Varejo estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.congressotievarejo.com.br 

Fonte:

Retomada dos empregos é prioridade para supermercadistas

Retomada dos empregos é prioridade para supermercadistas

É o que aponta enquete de SM com varejistas de todo o País sobre a atuação do presidente interino Michel Temer e sua equipe

A três dias de completar um mês como presidente interino, Michel Temer anunciou medidas econômicas e mantém o discurso de que tentará aquecer a economia e retirar o Brasil da recessão. Enquanto não há definição sobre o impeachment de Dilma Rousseff, os empresários e cidadãos brasileiros manifestam suas indignações, opiniões e sugestões para que o Brasil possa vencer o momento ruim e ganhar um novo rumo em sua história. 

Segundo maior empregador do País (só perde para o Governo), o varejo tem demonstrado confiança. Os planos de expansão, por exemplo, foram mantidos. Mas, para crescer, os empresários do setor acreditam que a prioridade do atual governo deve ser a retomada dos empregos. É o que apontou enquete realizada pelo Portal SM, nas últimas duas semanas, com 895 supermercadistas de todo o País. A preocupação se justifica. Com mais empregos, o brasileiro eleva sua confiança a volta a comprar.  

A enquete também identificou outros pontos considerados importantes. Entre eles, estão o fim da corrupção (31% do total), diminuição de impostos (13%), combate à inflação (10%), redução de encargos trabalhistas (8%) e medidas de incentivo ao consumo (4%). 


Opinião do consumidor

Pesquisa da CNT/MDA, realizada com 2.002 pessoas no País em 137 cidades, confirma que os brasileiros também estão preocupados com a alta do desemprego. A taxa chegou a 11,2% de fevereiro a abril deste ano, impactando 11,4 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).  

Assim como os empresários, a maioria dos trabalhadores (57%) aponta como prioridade do governo a criação de postos de trabalho. Tal preocupação fica à frente de melhorias na saúde (41,4%) e combate à corrupção (30,6%). Na sequência, foram citadadas recuperação da economia (24,7%), redução de gastos do Governo (15,5%), melhoria em segurança (14,8%) e implementação de reformas (6,8%). 

Fonte: http://www.sm.com.br/

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Marcio Goldfarb renuncia à presidência da Marisa

Ana Paula Paiva/Valor

A varejista de moda Marisa informou nesta quarta-feira, 8, que Marcio Luiz Goldfarb renunciou à presidência da companhia. No dia 28 de junho, ele será substituído por Marcelo Araújo, ex-presidente do Grupo Libra.

Goldfarb, que presidiu a Marisa por 26 anos, vai passar a ocupar o cargo de presidente do conselho de administração da companhia e terá participação nos comitês estatutários da varejista. Cassio Casseb Lima, que presidia o conselho, permanecerá como membro independente do conselho de administração.

Segundo informou a companhia, o processo de escolha do novo presidente foi conduzido pessoalmente por Goldfarb nos últimos dez meses. Com essa etapa, prevista desde a abertura de capital da Marisa em 2007, o processo de profissionalização da gestão da companhia fica concluído.

A Marisa informou ainda que Goldfarb vai trabalhar em conjunto com Araújo no período de transição, “para garantir que tudo ocorra de forma tranquila e segura”. Marcelo Araújo é engenheiro com MBA pela Ibmec e com cursos na Harvard Business School, na Manchester Business School e no Insead. Ele iniciou a carreira na Shell, e por dez anos atuou em áreas como operações, vendas, marketing e planejamento. Foi diretor comercial e vice-presidente da Natura entre 1993 e 2003.

Posteriormente, foi diretor-executivo da CSN. De 2008 a maio de 2016, atuou como presidente do Grupo Libra, focado em infraestrutura.

Araújo também participa dos conselhos de administração das empresas Camargo Correa, Alpargatas, Tavex Algodonera (Espanha), Usiminas, Companhia Providência e Fleury, além do conselho consultivo da Whirlpool Latin America.

Fonte: http://www.valor.com.br