segunda-feira, 12 de junho de 2017

Índia destrona China


A China deixou de ser a n.º1 no ranking dos mercados mais promissores para a expansão do retalho. A Índia ocupou o topo da tabela, numa manobra alavancada pela economia e taxas de consumo em expansão, um incremento da população urbanizada e uma classe média em crescimento.


O mercado retalhista chinês está maduro e o crescimento do PIB estagnou, mas o tamanho do país e a oportunidade de comércio eletrónico continuam fortes, segundo a A.T. Kearney.

O relatório anual da consultora sobre os mercados de retalho emergentes coloca o país no topo da lista, à frente da China, que tem sido líder de longa data nestes índices. O relatório avalia as melhores oportunidades para investimentos no retalho a nível mundial e classifica 30 países em desenvolvimento com base em categorias como a população, o PIB per capita, as vendas nacionais de retalho e o risco político.

«O índice concentra-se na cena geopolítica e como isso afeta negócios», explicou Hana Ben-Shabat, coautora do estudo da A.T. Kearney, à CNBC. «Os retalhistas estão a pensar duas vezes sobre a expansão em regiões onde há incerteza sobre as futuras ações governamentais ou um alto risco político».

Além disso, «as compras móveis têm vindo a desafiar a forma como os retalhistas pensam a expansão global, bem como sobre o seu papel na cadeia de valor», acrescentou o coautor Mike Moriarty. «Antecipamos que cada vez mais retalhistas usem smartphones como parte dos seus planos de expansão».

China amadurecida

A economia em escalada, a subida das taxas de consumo bem como a população urbana e classe média crescentes garantiram à Índia o primeiro lugar, reforçou a A.T. Kearney. Retalhistas como a Armani Exchange, Kate Spade, Cole Haan e Muji entraram no mercado indiano em 2016.

Enquanto isso, a China caiu na lista de 2017 devido ao amadurecimento do seu mercado e à estagnação do crescimento do PIB, mas o tamanho do país e as oportunidades de comércio eletrónico continuam em alta.

O Vietname ocupou o 6.º lugar na lista, avançando cinco pontos em relação ao ano passado, graças às leis de investimento mais liberais. Também na Ásia, a Malásia e a Indonésia surgiram no 3.ª e 8.ª posição, respetivamente.

O mercado da Malásia deverá crescer 23% anualmente até 2021, impulsionado pelos investimentos em eletrónica e media, prevê a A.T. Kearney.

A Ásia é a «força motriz» da expansão global do retalho este ano, escreveram os autores do relatório.

«Pode-se questionar o motivo que terá afastado alguns países do índice [deste ano]», afirmou Ben-Shabat. «A estabilidade política do país é a chave», apontou.

Regiões em destaque

O norte de África está a reclamar atenção e alguns mercados da América do Sul estão a impressionar os investidores, mas a Rússia enfrenta agora um crescimento mais lento.

«A Rússia ainda está a recuperar de uma recessão, mas há alguns sinais positivos, incluindo o mercado de luxo impulsionado por turistas chineses», reconheceu Ben-Shabat. O país ficou no n.º 22 na lista, inalterado em relação a 2016.

Além de classificar os países que representam as melhores oportunidades de investimento no retalho, A.T. Kearney identificou aquele que considera ser o próximo grande motor das vendas na próxima década: as compras móveis, especialmente nestes mercados emergentes.

As despesas anuais e os investimentos em dispositivos móveis, numa pesquisa conduzida em 10 mercados emergentes, rondam os 275 mil milhões de dólares (aproximadamente 244 mil milhões de euros), constatou a consultora.
Fonte: https://www.portugaltextil.com

Carrefour ou GPA: quem ameaça mais o seu negócio?

O anúncio da oferta inicial de ações do Carrefour no País tornou públicos novos indicadores da rede, o que permite uma melhor comparação com o GPA. Saiba em que cada empresa se destaca


Estudo do banco Brasil Plural indica que a bandeira Assaí, do GPA,
conta com maior Ebitda e vendas por metro quadrado


Até pouco tempo atrás, sabia-se muito pouco sobre o desempenho do Carrefour no País. Desde que foi anunciado o IPO – oferta inicial de ações – da operação brasileira, alguns dados adicionais tornaram-se conhecidos, como margem e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). Com isso, tornou-se possível estabelecer uma melhor comparação entre as duas maiores companhias do varejo alimentar. Agora, diante desses novos dados, a pergunta que fica no ar é: quem tem maior eficiência e ameaça mais o seu negócio? 

Cada uma dessas gigantes tem suas fortalezas e pontos fracos, o que torna equilibrada a competitividade delas no mercado. Análise realizada pelo banco de investimentos Brasil Plural aponta como diferencial do Carrefour a operação madura de cash & carry. Sua bandeira Atacadão respondeu no ano passado por 60,6% das vendas da companhia no País, contra 55% de 2014. Já o Assaí representou 35% da receita do GPA, uma alta de 11 pontos percentuais no mesmo período. 

Mesmo assim, a projeção é de que a bandeira de atacarejo do GPA apresente uma lucratividade maior. O banco estima uma margem Ebitda ajustada de 4,7% no ano passado (foram considerados custos maiores com aluguel de imóveis). Em 2014, esse percentual era de 4,4%. No Atacadão, o indicador ajustado atingiu 4,5% em 2016, contra 4,2% de dois anos antes. A produtividade por metro quadrado também é maior no Assaí. No primeiro trimestre deste ano, alcançou R$ 9,6 mil/metro quadrado. Já o Atacadão alcançou R$ 8,2 mil no período. 

Para o Brasil Plural, as análises indicam que a operação de hipermercado do Carrefour tende a ser melhor do que a do GPA. Entretanto, as políticas comerciais implementadas no Extra ajudaram a melhorar alguns indicadores. É o caso das vendas por metro quadrado. Nos primeiros três meses do ano, elas alcançaram R$ 4,7 mil nos hipermercados do GPA e R$ 4,9 mil nos do Carrefour. O relatório do banco de investimentos aponta boas expectativas com relação ao aprimoramento das novas dinâmicas comerciais no GPA neste ano. 



Os hipermercados do Carrefour apresentam melhor desempenho, o que se
deve às remodelações que têm sido realizadas

Se, de um lado ter um parque maduro de lojas de atacarejo é uma vantagem para o Carrefour, de outro, a maior diversidade de formatos pesa a favor do GPA. O relatório do Brasil Plural também aponta como ponto forte a bandeira de supermercados Pão de Açúcar, pois contribui para elevar a margem operacional. Já as operações financeiras do Carrefour estão mais consolidadas, o que beneficia a companhia em relação à sua maior concorrente. 

As duas empresas também adotam diferentes modelos em relação aos imóveis onde suas lojas estão construídas. No Carrefour, as instalações próprias respondem por 81% do total, enquanto no GPA respondem por 28%. O banco de investimentos estima que as despesas com aluguel de imóveis representem 1,5% das vendas do Grupo Pão de Açúcar. Isso leva a margem Ebitda de 2016 da companhia para 5,6%. Já o Carrefour alcançou 6,4% influenciado por custos menores nessa área e pela melhor operação financeira.

Fonte: http://www.sm.com.br/

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Têxtil ao fresco


Investigadores da Universidade de Stanford desenvolveram um têxtil à base de plástico que permite arrefecer e manter frescas as pessoas que vivem em climas quentes.

Os cientistas combinaram nanotecnologia, fotónica e química para desenvolver o material. «Se for possível arrefecer a pessoa em vez do edifício em que trabalha ou vive, isso irá poupar energia», explica Yi Cui, professor associado de ciência e engenharia dos materiais e de ciência da luz em Stanford.

Tal como o algodão, o novo têxtil permite que a transpiração se evapore através do material, mas o novo desenvolvimento possibilita ainda a libertação de calor que o corpo emite como radiação de infravermelhos. Esta última é uma propriedade do polietileno – o plástico usado como filme de cozinha.

«40% a 60% do calor do corpo é dissipado como radiação infravermelha quando estamos sentados no escritório», afirma Shanhui Fan, professor de engenharia elétrica. «Mas, até agora, tem havido pouca ou nenhuma pesquisa em manipular as propriedades de radiação térmica dos têxteis», acrescenta.

À saída da fábrica, o nanopolietileno assemelha-se ao filme usado na cozinha e, como tal, não é confortável ao uso. Para ultrapassar isso, a equipa fez três melhorias. Primeiro, efetuaram punções a intervalos regulares com uma agulha pequena, para deixar o ar entrar e sair. Segundo, acrescentaram uma substância chamada polidopamina, que torna o plástico mais hidrófilo. Isto significa que em vez de repelir a transpiração e fazer com que se acumule na pele, o nanopolietileno modificado absorve a transpiração e afasta-a para a superfície exterior do tecido, permitindo a sua evaporação. Em terceiro lugar, para melhorar as propriedades mecânicas do material, o produto final é composto por duas folhas de nanopolietileno com uma rede larga de algodão no meio.

Para testar a capacidade de arrefecimento do material experimental, os investigadores colocaram amostras do material plástico e de tecido de algodão sobre a pele e compararam as temperaturas. A variante com perfurações e rede de algodão reduziu a temperatura em 2 °C comparativamente ao tecido de algodão, sugerindo que usar o novo material pode fazer com que as pessoas recorram menos a ventoinhas e ar condicionado.

Os cientistas adiantam que vão continuar a trabalhar para aumentar a gama de cores, texturas e propriedades típicas dos tecidos. «Para desenvolver um têxtil, é necessário produzir grandes volumes de forma pouco dispendiosa», destaca Cui. «Em retrospetiva, algumas das coisas que fizemos parecem muito simples, mas é porque poucos têm realmente trabalhado na engenharia das propriedades de radiação dos têxteis», resume.

Fonte: https://www.portugaltextil.com/textil-ao-fresco/

IMPOSTOS REPRESENTAM ATÉ 80% DO VALOR DOS PRESENTES DO DIA DOS NAMORADOS


Associação Comercial fez lista com os presentes para Dia dos Namorados que mais têm impostos embutidos em SP; Confira ranking dos 20 mais tributados

Às vésperas do Dia dos Namorados, os casais começam a fazer as contas para ver o quanto vai conseguir gastar com a comemoração.

A Associação Comercial de São Paulo anunciou uma lista repleta dos itens que mais têm cargas tributárias embutidas nos preços finais. Uma notícia nada animadora para quem está contando as moedas para comprar um bom presente.

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Para quem quer comprar uma bebida mais sofisticada para ocasião, como champanhe ou vinho, saiba que pelo menos 50% do valor que você pagará na garrafa vai para os cofres do governo. E o mesmo acontece com presentes como maquiagem e joias.

O combo formado por flores e perfume importado também é cheio de impostos. Isso porque, para garantir o cheiro dos famosos você pagará pelo menos 79% do valor para o governo e 17,71% nos tributos das flores.

A lista ainda contém celulares, óculos de sol, livros e o bom e velho porta-retratos.

A seguir, confira o rankig feito pela Associação Comercial de São Paulo com os itens e seus respectivos tributos:


  • Perfume importado (79,99%);
  • Champanhe (59,49%);
  • Vinho (54,73%);
  • Maquiagem nacional (51,41%);
  • Joias (50,44%);
  •  Óculos de sol (44,18%);
  • Porta-retratos (43,47%);
  •  Tablet (39,12%);
  • Telefone celular (38,90%)
  • Calça jeans (38,53%);
  • Fondue de chocolate (38,51%);
  •  Fondue de queijo (36,54%);
  • Bota (36,17%);
  •  Camisa (34,67%);
  •  Malha (34,13%);
  •  Jantar em restaurante (32,31%)
  •  Hospedagem em hotel (29,56%)
  •  Pacote de viagem (29,56%)
  •  Flores (17,71%)
  •  Livros (15,52%)



Fonte: http://www.portalnovarejo.com.br

RIACHUELO, MARISA, RENNER, C&A: QUAL REDE ATENDE MELHOR O PÚBLICO PLUS SIZE?


Renata Poskus, do blog Mulherão, analisa as redes que têm coleções plus size em suas araras no segundo texto do Especial Plus Size. Quem levou a melhor?

mercado plus size tem um potencial de crescimento que poucas marcas conseguiram enxergar. Entre as grandes redes, porém, há iniciativas de pontuais a mais consistentes. Riachuelo, Marisa, Renner, Pernambucanas e C&A estão entre as gigantes que, de alguma forma, começaram a olhar para este público. Mas nem todas estão no mesmo nível.

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Para analisar cada uma delas, NOVAREJO convidou Renata Poskus, digital influencer com o blog Mulherão. Há alguns anos, Renata investiu na criação de um evento especializado em roupas para gordinhas e gordinhos. O Fashion Week Plus Size acontece duas vezes ao ano e apresenta coleções de marcas que já se especializaram no segmento. Hoje, é uma das principais vitrines para o segmento, o que torna Renata uma verdadeira especialista no assunto.

Veja o que Renata disse sobre cada uma das gigantes do setor de fast fashion:

Riachuelo

“As roupas ficam misturadas nas araras com as roupas de mulheres magras. A ideia, teoricamente, é muito boa: não discriminar a mulher gorda e mostrar que ela pode ter a mesma roupa da mulher magra. Mas não é isso o que acontece na prática, pois não são todos os modelos que apresentam tamanhos maiores e o ato de ficar procurando arara por arara algo pode ser embaraçoso e cansativo para a mulher gorda. Esta ideia de misturar os tamanhos nas araras funcionaria se a quantidade de produtos plus size oferecida fosse grande.”

Marisa

“Sinalizar as araras ainda é uma boa opção. É isso o que acontece, por exemplo, nas lojas Marisa que modernizou, um pouco, a linha plus size. Porém, a arara plus size fica sempre no fim da loja, quase que escondida. Manequim gorda na vitrine? Nem pensar! Mas ela ainda tem um grande destaque em sua linha de lingeries, acessível e bem elaborada”, afirma Renata.

Renner

A Renner criou no ano passado, de forma tímida e sem grandes anúncios, uma marca plus size com venda online, a Ashua. “Nas lojas, tamanhos maiores são vendidos, mas também no fim da loja, de forma discreta”, conta a especialista.

Pernambucanas

A marca, conhecida por suas lojas de rua, tem ampliado os investimentos no mercado plus size. Participa há mais de cinco edições do Fashion Weekend Plus Size. “Suas araras plus size ocupam o centro das lojas, em lugar de destaque e a coleção se assemelha àquela vendida para mulheres magras”, diz Renata.

C&A

“A C&A é a que menos evoluiu neste segmento. Fez uma coleção plus size com a Preta Gil anos atrás, um grande fiasco, ao photoshopar a estrela e emagrecê-la em sua campanha. Há poucos meses, em uma campanha que buscava mostrar a diversidade, a marca colocou uma modelo curvilínea, porém longe de ser gorda, com o slogan ” sou gorda, sou sexy?”, o que gerou uma nova onda de rejeição à marca, acusada de querer se aproveitar de uma causa sem de fato atender a esse público, e usando uma modelo que não é gorda para isso. Nitidamente, falta estudar, pesquisar e conhecer o mercado”, avalia a especialista.

Fonte: http://www.portalnovarejo.com.br

Pirataria Fashion – Entenda a nova subcultura do mundo da moda

Pirataria Fashion   Entenda a nova subcultura do mundo da moda

Pirataria Fashion: o artista Travor “Gucci Ghost” Andrew  transformou o logo da Gucci em Street Art e logo se transformou em um colaborador da grife.

De acordo com a WGSN, a paródia e a apropriação de logos famosos se transformaram na mais nova subcultura do mundo da moda. Essa onda da pirataria fashion é fortemente influenciada pelo ativismo digital, que inspira críticas cada vez mais ferozes ao modelo econômico capitalista e seus desdobramentos.

Há décadas, a cultura de massa vem sendo utilizada pelos artistas, como um ponto de partida para indagar e subverter o senso comum. Agora, os estilistas também entraram no jogo, aliando-se aos seus “falsificadores” para ressignificar antigos objetos de desejo.

Pirataria Fashion: logos e marcas ganham reinterpretações de cunho político. Imagem via WGSN

Conhecida como “Efeito Vetements”, a apropriação artística dos grafismos e logotipos sai do campo da paródia e ganha conotação fortemente política, espalhando-se pela internet e viralizando com a velocidade de um clique. O movimento aparece liderado por uma onda de estilistas e talentos criativos, tais como Demna Gvasalia, da Vetements, Alessandro Michele, da Gucci, e os artistas Heron Preston e Travor “Trouble” Andrew.

Pirataria Fashion: Gucci faz parceria com o seu “falsificador”
O influenciador digital Travor “Trouble” Andrew divide seu tempo entre a música, o skate e a arte de rua. Obcecado pela Gucci desde a adolescência, quando comprou seu primeiro relógio de grife da marca italiana, ele ficou conhecido na internet sob a alcunha de GucciGhost . A ideia veio em uma festa de Halloween, quando Travor fez dois buracos em um lençol Gucci para criar uma gantasia improvisada, que ele chamou de “fantasma da Gucci” e acabou se transformando no seu alter ego virtual. Com essa ideia em mente, ele transformou a fantasia na imagem de um fantasma com o logo da Gucci no lugar dos olhos e passou a grafitá-la em todos os lugares possíveis.

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Fonte: http://www.fashionbubbles.com/trends/

Marcas sustentáveis impulsionam alta de vendas da Unilever

Elas cresceram 50% mais rapidamente que o restante do negócio e entregaram mais de 60% do crescimento da companhia em 2016

As marcas sustentáveis entregaram mais de 60% do crescimento total da companhia (em 2015 foi 46%) e cresceram 50% mais rapidamente que o restante do negócio em 2016. Elas registraram incremento de vendas acima da média, com taxas de cerca de 10% ou mais durante os últimos seis anos. Hoje, 18 das 40 principais marcas da Unilever são sustentáveis (em 2015, eram 12). Dove, Seda, Brilhante, Lifebuoy e Hellmann’s são exemplos dessas marcas que combinam propósito social ou ambiental. 

“Nossos resultados demonstram que a atuação responsável dos pontos de vista social e ambiental faz bem para o negócio. Não há dúvida de que o Plano de Sustentabilidade da Unilever está fazendo com que sejamos mais competitivos e inovadores, além de ajudar a reduzir riscos e custos e, consequentemente, a aumentar a confiança na companhia e a criar valor para nossos acionistas”, afirma Paul Polman, CEO da Unilever.

As medidas de ecoeficiência nas fábricas da companhia ao redor do mundo ajudaram a evitar custos de mais de €700 milhões (ano base 2008) e são fundamentais para os avanços nos compromissos traçados no Plano de Sustentabilidade. O programa de gestão de resíduos, por exemplo, evitou gastos de cerca de €250milhões (ano base 2008). 
“O crescimento das marcas com propósito comprova que inserir a sustentabilidade no coração do negócio não só é a melhor decisão, como se mostra o único caminho viável para as empresas que visam o longo prazo. Acreditamos não haver mais espaço para a gestão predatória, mas sim para um jeito de fazer negócio que prime pelo crescimento responsável dos pontos de vista ambiental e social”, reforça Fernando Fernandez, presidente da Unilever no Brasil.

O Plano de Sustentabilidade da Unilever, lançado em 2010, foi desenvolvido a partir de um estudo do impacto social, econômico e ambiental do ciclo de vida dos produtos da companhia. De acordo com a empresa, com base nesse estudo nasceu a visão geral do plano: gerar crescimento para o negócio enquanto reduz o impacto ambiental e aumenta o impacto positivo na sociedade.

Fonte: http://www.sm.com.br