quinta-feira, 8 de junho de 2017

7 FATORES QUE INDICAM QUE É HORA DE REINVENTAR UM NEGÓCIO


Joe Jackman é o maior reinventor de negócios do mundo e estará no BR Week. NOVAREJO conversou com ele com exclusividade e conta quando recriar um negócio

Joe Jackman é o homem por trás da reinvenção de empresas como Walgreens, Hertz, Dave & Buster’s, FreshCo., Rexall e Canadian Tire. CEO da Jackman Reinvents, ele é especialista em reinventar e transformar negócios.

De forma inédita, o maior reinventor de negócios do mundo tem presença confirmada no BR Week 2017 – Brazilian Retail Week, o maior congresso de varejo do País, que acontece entre os dias 27 e 28 de junho, em São Paulo.

A revista NOVAREJO digital está com conteúdo novo. Acesse agora!

No painel de abertura do evento, Jackman falará sobre como reinventar um negócio. Aqui, o especialista nos apresenta, de forma exclusiva, os sinais que mostram que está na hora da sua empresa se reinventar. “Nós aconselhamos que líderes comecem o processo de reinvenção antes que o crescimento acabe”, afirma. “Em outras palavras, planeje para fazer uma mudança substancial antes de atingir o pico do seu atual sucesso”.

Confira a entrevista completa na edição de maio da NOVAREJO digital.

Quando a mudança é necessária?

1. Quando as vendas e margens são baixas—ou nulas—durante um longo período de tempo;

2. Crescimento na penetração de vendas promocionais;

3. Quando não há crescimento nas vendas do negócio principal, mas somente em ofertas adjacentes;

4. Quando a expansão de novas lojas já não apresenta retornos historicamente entregues;

5. Quando a marca não é mais falada e admirada;

6. Quando a oferta e a experiência é indiferenciada e intercambiável com competidores;

7. Quando os consumidores mais valiosos são mais velhos e quando a média de idade dos consumidores da empresa é maior que a média da população.


fonte: http://www.portalnovarejo.com.br/

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Empresas usam o trabalho escravo pela lucratividade e impunidade, dizem especialistas

Trabalhador de lavoura: há trabalho análogo à escravidão em diversos pontos do país (Foto: Wikicommons)

Segundo entidades, negócios desrespeitam leis por causa da falta de punição.

Uma grande empresa que é flagrada submetendo seus funcionários a uma condição análoga à de escravo sofre uma bateria de processos penais. Apesar do risco, alguns empresários, em nome do lucro e da clara impunidade, teimam em desrespeitar a lei trabalhista.

Mesmo com a chance de ser descoberta e ter toda a reputação do negócio indo por água abaixo, algumas empresas insistem em praticar tal crime. A razão, segundo especialistas do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), é a a falta de punição no Brasil e, principalmente, com a lucratividade que isso traz para o seu negócio.

De acordo com Tiago Cavalcanti, Coordenador Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do MPT, pode-se chamar de escravidão qualquer trabalhador que realiza suas tarefas de forma vulnerável. São diversas características que podem conceituar essa prática: alguém que não receba salário em dinheiro, condições físicas de trabalho precárias, “pagamento” em comida ou moradia, entre outros. Tudo depende do que a fiscalização vai encontrar e vai analisar como escravidão ou somente uma irregularidade trabalhista.

Segundo dados da OIT, em 2012, US$ 150 bilhões foi o lucro dos empresários que cometem esse tipo de crime. Para Antonio Carlos de Mello, coordenador do programa da OIT de combate ao trabalho forçado, a lucratividade ainda é o maior motor para que as empresas insistam em utilizar escravidão em sua produção.

Os setores que mais se utilizam de mão-de-obra escrava são a pecuária, agricultura e, no âmbito urbano, a indústria têxtil e a construção civil. Cavalcanti diz que os negócios desse setor comentem esse crime para não sair no prejuízo. “Como outras empresas concorrentes se utilizam dessa prática, a companhia não pode ficar para trás e perder dinheiro”, afirma.

O setor têxtil, por exemplo, tem uma particularidade: é muito fragmentado. Uma grande marca acaba contratando uma empresa externa para confeccionar as peças e essa empresa fecha um acordo com uma outra fábrica para realizar essa produção. Dessa forma, é na base da pirâmide que são encontrados trabalhadores vulneráveis. “A cadeira produtiva é pulverizada com terceirização, subcontratação e muitas formas de externalização da produção. Quando chegamos na base, encontra-se a escravidão”, diz Cavalcanti.

No entanto, mesmo sendo uma atividade extremamente lucrativa, é um crime. Para Mello, a falta de punições severas no Brasil também é um motivo pelo qual as empresas insistam nessa prática. “Pelo rito judicial brasileiro, na maioria dos casos, as empresas autuadas precisam pagar uma multa altíssima, mas poucos são aqueles empresários que são realmente condenados e presos”, explica.

A falta de punição faz com que esses empresários continuem explorando seus funcionários já que, para eles, pagar uma multa não é um problema tão grande. “Nosso processo de fiscalização funciona e está em ação, mas o Brasil é um país muito grande e com locais de difícil acesso. As ações para erradicação da escravidão carecem de tempo e recursos para dar conta de todo o território”, opina Mello.

Por outro lado, ambos os especialistas afirmam que a maioria das empresas brasileiras estão preocupadas com a regulamentação de seus funcionários e não querem nenhum tipo de envolvimento com trabalho escravo.

Se seu negócio trabalha com serviços terceirizados ou subcontratados, os especialistas fazem três alertas para o empreendedor não colaborar, indiretamente, com esse tipo de crime.

1. Pesquise quem irá recrutar pessoas em seu nome
Como dito por Cavalcanti, muitas companhias acabam se envolvendo em trabalho escravo porque lá na base de sua produção há uma empresa terceirizada que realiza tal crime. Para evitar o problema, pesquise muito bem antes de contratar qualquer empresa externa que irá recrutar pessoas em seu nome. Basta procurar o CNPJ da mesma e ver se ela não está envolvida em nenhuma irregularidade trabalhista e se todos seus funcionários são regulamentados.

2. Mantenha uma relação com todas as áreas da sua empresa
Para fiscalizar, é preciso estar presente. Por mais que o negócio seja grande e conte com filiais em diversos lugares, é importante que o empreendedor tenha a rotina de visitar todos os espaços da empresa para ver se está tudo correndo da maneira que ele deseja. Tendo esse hábito e fiscalizando de perto, o risco de trabalho escravo diminui.

3. Não contrate serviços de empresas que estão na lista suja
O Ministério do Trabalho disponibiliza, em seu site, a “lista suja”. Trata-se de uma relação com todas as companhias que, um dia, submeteram trabalhadores a condição análoga à de escravo. Mesmo que o empreendedor não tenha nenhum relacionamento com essas empresas, é importante que sempre esteja atento para não fazer acordos, parcerias ou até mesmo compras pessoais nessas companhias.  Dessa forma, além de manter seu nome longe do assunto, ajuda na erradicação dessa prática criminal.

Clique e saiba mais...

Fonte:http://revistapegn.globo.com

Dia quer ser líder no Brasil



Rede mantém plano agressivo de expansão, que inclui entrada em novas regiões, além de foco nas franquias

Enquanto muitas empresas têm freado investimentos em função da crise, o Dia continua inaugurando lojas e avançando em novas regiões. É o caso do Estado do Rio de Janeiro, onde começou a atuar no final de 2016. A varejista fechou o ano passado com pouco mais de 120 novas filiais e um faturamento de R$ 7,2 bilhões. Isso representa uma alta real de 7,1% em relação a 2015. “Não vamos parar, pois há uma meta clara de alcançar a liderança no País”, diz Laurent Elizabeth, vice-presidente comercial e de marketing do Dia no Brasil em entrevista à SM. 

Segundo o executivo, a visão da companhia vai além da crise. “Investiremos em 2017 da mesma forma que no ano passado”, diz o executivo. Elizabeth explica que o Dia se beneficia da crise. “Trabalhamos com um sistema que oferece melhor preço e boa qualidade. É isso o que o público busca e esse é nosso objetivo principal”. Para conseguir preços baixos, a rede conta com vários mecanismos: 

•    Maior eficiência para operar com custos mais baixos
•    Forte presença de marca própria nas lojas, pois oferecem margens maiores para o negócio
•    Mix limitado, que confere maior poder de compra com os fornecedores
•    Cadeia de suply chain ajustada, que também permite diluir despesas e operar com estoques mais enxutos

Fonte: http://www.sm.com.br

terça-feira, 6 de junho de 2017

O exército de super-consumidores



No início de março, mais de 4.000 pessoas reuniram-se na “Millennial 20/20 Summit” em Nova Iorque, para discutir o poder da geração milénio e o seu papel no futuro do retalho. Os jovens consumidores chineses estiveram em destaque.

Os millennials chineses, mais de 400 milhões, são hoje uma das mais importantes forças a considerar nas estratégias futuras de marcas e retalhistas. Embora muitos analistas os tenham já reconhecido como consumidores conectados, poucos perceberam que esse dado é um resultado do seu lugar na história como a “geração do filho único”. Só este fator, segundo a Forbes, basta para os distinguir de todos os outros membros da geração.

A partir de 1979, a China implementou a política do filho único como parte dos esforços para controlar o crescimento da população. A política durou quase 40 anos e terminou apenas recentemente. Durante esse período, cada família da China urbana podia ter apenas um filho.

Os millennials chineses, com idades compreendidas entre os 19 e os 35 anos, nasceram durante esse período. Estes “pequenos imperadores” e “pequenas imperatrizes”, como muitas vezes são chamados, eram o centro de tudo mal nasciam.

Geração privilegiada

Os millennials chineses cresceram durante as reformas económicas e a abertura da China. Nunca conheceram as dificuldades das gerações mais velhas e, para eles, a vida só tende a melhorar.

São uma geração privilegiada que beneficiou significativamente com as reformas económicas do país. Têm ainda vantagens que as suas contrapartes ocidentais não conhecem. Não têm dívidas de empréstimos universitários porque os pais pagaram os seus estudos e muitos não têm despesas de habitação porque os pais ou avós lhes compraram as casas onde moram.

Não causa, por isso, particular surpresa que esta geração goste de gastar e gaste muito.




Clique e saiba mais...


Fonte:https://www.portugaltextil.com/

segunda-feira, 5 de junho de 2017

TROCAS REPRESENTAM 3% DO VOLUME DE VENDAS DO VAREJO


Estudo exclusivo do CIP - Centro de Inteligência Padrão com a SBVC mostra os entraves que o setor enfrenta para realizar as trocas. Confira

O varejo já entendeu que trocar um produto para o consumidor é mais do que um direito previsto no Código de Defesa do Consumidor. Realizar trocas é uma prestação de serviço e fator que pesa na experiência de compra. No ano passado, as trocas representaram 3% do volume total de vendas e 2$ do faturamento líquido das companhias que participaram do estudo conduzido pelo CIP – Centro de Inteligência Padrão com a SBVC (Sociedade Brasileira de varejo e Comércio).

O estudo mostrou que foram trocados 89.700 itens por empresa no ano passado. O alto volume mostra que o setor já entendeu a importância desse processo, segundo Eduardo Terra, presidente da SBVC.

“A troca é um serviço, uma obrigação da empresa. Portanto, se a empresa não tem um processo eficiente de troca, está deixando de prestar um serviço para o consumidor”.

Entraves

Do lado das empresas, há entraves que os varejistas enfrentam. Os custos embutidos no processo não são poucos e esse certamente é o maior problema. “Uma parte desse custo é tributário”, explica Terra. É que no caso das trocas os tributos são cobrados duas vezes. Nos resultados do estudo, os custos com impostos, como ICMS, PIS e Cofins, foram citados por 62% das empresas como o gasto mais pesado no momento da troca.

Em primeiro lugar, porém, ficaram os gastos com logística, fator citado por 83% dos entrevistados. Como se não bastasse, o estudo identificou que, em média, 21% dos produtos trocados não podem ser vendidos novamente e se revertem em prejuízo para a empresa.
No fim, tudo é eficiência

Clique e saiba mais...

Crise pegou em cheio indústrias responsáveis por 50% dos empregos

Linha de produção da Vicunha Têxtil

CNI aponta que pequenas empresas do setor foram as mais prejudicadas nos últimos dois anos


As pequenas indústrias patinaram abaixo dos 50 pontos numa escala de zero a cem, elaborada para medir o desempenho do setor ao longo dos últimos dois anos.

A situação é grave. São elas as responsáveis por aproximadamente metade das vagas de emprego geradas pela área industrial brasileira.

Um levantamento da CNI identificou que as unidades de menor porte flutuaram nos 40 ponto em capacidade de produção, número de empregados, situação financeira e índice de confiança, no período entre 2015 e 2017.

No que diz respeito ao acesso a crédito, elas ficaram com 30 pontos. Somente quando observado o item expectativa de demanda, indústrias menores se aproximam de 50 pontos. E sempre abaixo das gigantes do setor.



Fonte:http://veja.abril.com.br/

COMO O VAREJO RESOLVE AS DEMANDAS DOS CONSUMIDORES?


O estudo “Cenário dos SACs no Brasil”, realizado pelo CIP, traz dados sobre o grau de resolução de problemas dos consumidores no varejo e revela os segmentos do setor que conseguiram atingir a excelência
Por Melissa Lulio

Consumidores buscam qualidade, seja qual for o produto ou serviço com o qual estão lidando. Não por acaso, a capacidade de as empresas resolverem os problemas e esclarecerem dúvidas são fatores cobrados pelos clientes de forma intensa – e isso não é só uma suposição.

Para analisar – e, neste caso, confirmar – essa possibilidade, o Centro de Inteligência Padrão (CIP) realizou o estudo “Cenário dos SACs no Brasil”, que mapeia os principais canais utilizados pelos consumidores, bem como o volume de contatos e a natureza das demandas.

Inscreva-se no BR Week 2017 e não perca as oportunidades da hora da virada!

Neste mapeamento, dentre 22 setores, o varejo se destaca, ficando com o maior índice de resolutividade. Dentre as ações do setor para ajudar os clientes a resolverem suas demandas está a atenção ativa: o setor está aprendendo a ouvir os consumidores e a aplicar o que ouve no negócio. Neste caminho, veja o que os segmentos estão fazendo para resolver as demandas que chegam e quais são os desafios relacionados também ao uso dos mais diversos canais do Serviço de Atendimento ao Cliente.

O uso de canais digitais é uma realidade cada vez maior entre os consumidores e, naturalmente, existe uma demanda de que a comunicação com as empresas seja feita nesses termos. Apesar disso, porém,  o tradicional canal telefônico ainda é o mais oferecido pelas empresas de todo os setores da economia como ponto de contato com o consumidor.

A solução também tem de ser “fast”

Quando o assunto é resolutividade, o estudo mostrou que em média 72,6% das demandas são resolvidas no primeiro contato. Essa realidade, contudo, não é seguida por todos. No estudo, uma específica área do varejo teve destaque em resolutividade. O setor de Varejo – Redes Alimentícias e Fast Food é o que mais soluciona questões levantadas pelos consumidores, com índice de resolutividade acima dos 90%.

Para alcançar índices tão altos, o segmento investe alto. Paula Cesar, diretora de RH, Qualidade, Serviços e Relacionamento do Grupo Habib’s, conta que a empresa investe em soluções com o cliente em dois estágios. “Além do atendimento direto no SAC, contamos com uma equipe especializada na área de serviços e relacionamento, ligada a diversos departamentos da empresa, que atende aos casos considerados mais críticos”, explica.

É compreensível a qualidade do atendimento nesse setor: 83% das empresas do segmento informam adotar, quando possível, as sugestões dadas pelos consumidores. Entre as sugestões aplicadas no último ano podem ser destacadas promoções, melhorias nas embalagens, inclusão de novos sabores.

O Varejo de Eletroeletrônicos e Móveis também se destacou na pesquisa entre os segmentos de varejo, apesar de estar com índice de resolutividade pouco abaixo da média, em 70,1%.

Um dos caminhos encontrados pelas redes do segmento é localizar os pain points dos clientes. Para isso, a Magazine Luiza investe em pesquisas de satisfação. Nicolau Camargo, gerente de atendimento e logística, ressalta que a empresa tem um comitê para tratar sobre a opinião do cliente, formado por diretores executivos e equipe de atendimento. A ideia é influenciar a tomada de decisões de curto e longo prazos. “Já conduzimos vários projetos baseados nos feedbacks de consumidores”, diz.


Clique e saiba mais....