terça-feira, 10 de maio de 2022

Promoções têm forte peso no resultado do varejo no início de 2022, diz IBGE


Campanhas de promoções em segmentos varejistas ajudaram o resultado mais favorável nas vendas no comércio varejista nos dois primeiros meses de 2022, afirmou Cristiano Santos, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Houve contribuição também de uma base de comparação fraca, uma vez que as vendas no varejo tiveram desempenho predominantemente fraco no segundo semestre de 2021.

Além disso, há um número maior de pessoas trabalhando, e a desvalorização recente do dólar ante o real ameniza a pressão sobre itens importados, enumerou o pesquisador.

Na passagem de janeiro para fevereiro, o volume vendido cresceu 1,1%, melhor desempenho para o mês desde 2016, quando também houve expansão de 1,1%. No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, as vendas aumentaram 2,0% em fevereiro ante janeiro.

Clique e saiba mais...


Fonte:https://www.cnnbrasil.com.br

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Análise sobre as Perdas no Varejo Brasileiro de 2021

 A pesquisa sobre o resultado de perdas do Varejo Nacional de 2020, realizada em 2021 pela Abrappe, apresentou uma redução no índice médio de 1,36% para 1,33%, percentual este que aplicado ao Faturamento R$1,75 Trilhão representa uma perda total de R$23,26 Bilhões.

 


Essa perda acarreta resultados expressivos ao varejo, em especial sobre segmentos onde as margens são menores e isso impacta diretamente no resultado final de cada empresa e em especial na experiência de compra dos clientes. 


Os resultados por segmentos foram respectivamente:

    



Um ponto não destacado na pesquisa foi a avariação entre os 2 anos de cada segmento, onde temos uma atenção ao aumento de perda (ponto mais crítico) gerado em segmentos como Hipermercado, Magazine Nacional e Perfumaria.



Essa variação pode ser relacionada as ações de cada empresa, mas também a amostra utilizada na pesquisa, contudo o que se percebe é que os reflexos da pandemia podem ainda ser um desafio, pois o que se espera agora é um aumento de vendas que ainda sobre com o aumento dos preços gerado pela inflação de 2021.

Os resultados de Ruptura e Acurácia também tiveram um destaque, pois são pontos cada vez mais preocupantes não só para lojas físicas, mas agora mais impactantes na experiência de compra do cliente, pois a ausência do produto no omnichannel acarreta grande transtorno e impacto negativo nas vendas em virtude da decepção gerada ao cliente e a facilidade e agilidade do cliente pesquisar e comprar em um concorrente.


Aqui percebemos que segmentos como Perfumarias, Supermercados e Construção requerem mais atenção quando a Acurácia de seus estoques e a atuação sobre este indicador pode gerar excelentes ganhos nas compras, distribuições e como consequência, redução de perdas como vencimento, aumento de margem, por evitar situações de markdown (em virtude de possíveis acúmulos) e aumento de venda, por haver o produto na quantidade correta frente a demanda existente.

Distribuição e Causas das perdas

A distribuição das perdas é realizada através da separação de perdas identificadas (vencimentos/avarias) e as perdas não identificadas (resultado do inventário), separação importante para que as ações reativas e preventivas seja ajustadas, uma vez que, no caso das perdas identificadas, o registro adequado, permite maior assertividade na atuação e mais rápida redução deste indicador:



Já as causas das perdas foram classificadas de forma geral da seguinte maneira:


O que se percebe é que quanto mais precisa for a mensuração destes resultados, mais adequado será o direcionamento da atenção e esforços da equipe e consequentemente os resultados serão maiores, sendo assim o ponto de atenção aqui é a correta classificação e registro das perdas ao longo de todo o período e o uso de ferramentas de gestão que gerem maior assertividade e direcionamento da equipe.

Fonte: Pesquisa de perdas 2021 Abrappe


Quer ter mais informações, saber como mensurar tais resultados, como atuar na redução de tais perdas respeitando a estrutura atual, melhorar a acurácia dos estoques e reduzir seu índice de ruptura, maximizando assim seus resultados, se sim, entre em contato comigo e terei prazer em lhe apoiar!


Autor da análise: Gilberto Quintanilha Júnior


sábado, 3 de agosto de 2019

Durante a crise, varejo errou no tratamento ao consumidor

Como resultado, 43% do público não sente identificação especial com nenhuma rede varejista

Entre 2015 e 2018, o Brasil viveu o auge daquela que é considerada por muitos a pior crise da história do país. Sérios problemas macroeconômicos atingiram quaisquer atividades produtivas e, claro, o setor varejista sofreu bastante. Mas nem todas as dificuldades no período devem ser colocadas na conta de fatores externos. Sim, o varejo também errou ao 'abandonar' seus clientes.

A constatação é de um estudo feito pelo Locomotiva Instituto de Pesquisa . Na prática, as redes se sentiram obrigadas a conceder descontos e a realizar diversas ofertas. Até aí, tudo bem, no entanto acabaram focando suas estratégias anticrise apenas nesses fatores emergenciais, reduzindo ações de valorização das suas marcas e ignorando táticas de longo prazo para fidelizar o público. 

Como resultado, pesquisa recente do  Locomotiva mostra que 43% dos 1,5 mil consumidores ouvidos simplesmente não se identificam com nenhuma marca (bandeira) do varejo brasileiro. Na avaliação de Renato Meirelles, a crise poderia ter aproximado varejistas de seu público, porém acabou por aumentar a distância entre as partes. "As redes cortaram custos, reduziram volume de empregados em áreas de atendimento, retiraram do ar campanhas mais institucionais, que fortaleciam a relação das marcas com a família, por exemplo", afirmou o presidente do Locomotiva Instituto de Pesquisa, durante evento realizado pelo Ibmec.

Nesse cenário, ganhou pontos com o público quem foi além das iniciativas focadas exclusivamente em preço. Entre as estratégias bem-avaliadas por consultores estão promoções cuja mecânica envolve juntar selos a cada compra para ter direito a retirar prêmios – realizadas com frequência em redes de supermercado como Pão de Açúcar e Coop – e também os investimentos assertivos na área digital, a exemplo do que faz o Magazine Luiza.


Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Dia dos Pais: como o varejo pode se preparar para diminuir as perdas e estimular as vendas?

Foco no engajamento do time e investimento em tecnologia estão entre as recomendações da Sensormatic Solutions

O Dia dos Pais, que será celebrado no dia 11 de agosto, deve impulsionar as vendas do varejo brasileiro. Segundo um levantamento realizado pelo Google, 38% dos entrevistados pretendem gastar mais com presentes do que no ano passado, representando um ticket médio de R$ 298.

O aumento do fluxo em datas sazonais, entretanto, exige que os varejistas redobrem a atenção. “O maior movimento pode significar possíveis furtos e demais perdas que trazem impacto à rentabilidade da empresa”, explica Gilberto Quintanilha Júnior, gerente de Prevenção de Perdas da Sensormatic Solutions, maior fornecedora de tecnologia para o varejo do mundo.

Segundo uma pesquisa realizada pela Abrappe (Associação Brasileira de Prevenção de Perdas), o varejo registrou aumento de quase 7% no índice de perdas em 2018, diante de uma alta inferior a 2% de faturamento. O executivo, então, ressalta que, por meio de boas práticas e de soluções tecnológicas, é preciso adequar as ações preventivas à realidade de cada ponto de venda. “Mas sem perder a atenção à experiência de compra do consumidor, que poderá gerar impacto positivo no faturamento e na margem, além da redução das perdas”, alerta.

Visando este cenário de aumento de perdas e do fluxo esperado para o Dia dos Pais, a Sensormatic Solutions elencou cinco dicas para o varejista se prevenir e alavancar as vendas:

1) Utilize a tecnologia como aliada
O uso de soluções de gestão, exposição, monitoramento e segurança é ponto-chave para quem quer ter os melhores resultados, já que esses itens inibem a ação de fraudadores e melhoram a experiência de compra do cliente. “Com essas tecnologias, o varejista tem maior visibilidade de seus estoques e da operação, além de produtos em menor risco e expostos de forma mais adequada”, destaca o executivo.

2) Garanta a exposição e a reposição
Segundo Quintanilha, um dos principais fatores para a perda de uma venda - e até do próprio cliente - é a ausência do item no momento da compra. “A atuação da equipe e o uso de soluções de gestão de estoques dão visibilidade e permitem maior adequação à compra e distribuição, evitando perdas de venda e de inventário, ou relacionadas à quebra operacional”, completa.

3) Motive os funcionários
É necessário que todos os colaboradores estejam engajados. “Estimule toda a equipe a se sentir responsável pelos resultados, até porque, a venda e a perda afetarão a todos igualmente”, destaca Quintanilha. O executivo explica ainda que, durante as reuniões semanais ou diárias com os funcionários, é importante reforçar as orientações sobre pontos de atenção e destacar os resultados obtidos, sempre baseados em informações objetivas e simples.

4) Identifique áreas/produtos de risco
É importante identificar e mapear pontos de vulnerabilidade, que nem sempre representam toda uma área. “É necessário ter atenção ao acesso às áreas restritas, pessoas que circulam pela loja em pontos de pouca visibilidade e a itens que historicamente possuem perda”, explica o executivo. “Isso dará visibilidade à reposição, exposição e ao próprio atendimento, podendo resultar na conquista de clientes ou na inibição de possíveis furtantes”, completa. Outro ponto de destaque é checar se a quantidade de itens existentes em Nota Fiscal é a mesma do estoque físico e do sistema recebido.

5) Atente-se à operação de caixa
Processos como cancelamentos, descontos, trocas e realização de sangrias precisam ser conferidos. Segundo o executivo, furtos, avarias ou vencimentos nem sempre representam a maior parte da perda. “Com a loja cheia é mais comum haver vulnerabilidades. Por isso, os controles e/ou ferramentas que monitoram e validam tais procedimentos são fundamentais para a segurança da operação”, pontua.



Para Quintanilha, fatores como conhecer as causas específicas das perdas e da não conversão da venda, ter acesso a informações com maior acurácia - de forma mais rápida e simples -, e utilizar soluções que padronizam e geram mais agilidade e segurança à operação contribuirão para vendas e margens mais adequadas à estratégia do varejista. “Ao seguir essas recomendações, o varejista poderá oferecer uma melhor experiência de compra ao cliente, garantindo a redução de prejuízos e contribuindo para a melhor rentabilidade do negócio”, conclui.

Fonte: https://www.segs.com.br/mais/economia

quinta-feira, 14 de março de 2019

Cidade americana obrigará comércio a aceitar dinheiro

Prefeito da Filadélfia argumenta que lojas que não aceitam dinheiro como pagamento excluem população de baixa renda


Enquanto muita gente está na contagem regressiva para o fim do dinheiro físico – ou pelo menos uma considerável redução nas notas circulantes – uma nova lei entrará em vigor na cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, exigindo que a maioria das empresas locais aceite dinheiro como pagamento, indo na contramão do crescente uso de cartões ou de pagamentos digitais. A lei entrará em vigor em 1º de julho.


O prefeito da cidade, Jim Kenney, assinou o projeto na semana passada depois de ter sido aprovado pelo conselho da cidade. Legisladores locais dizem que ajudará a aliviar o dia a dia de muitos moradores de baixa renda. “Com uma taxa de pobreza de 26% na cidade, o prefeito acredita em oportunidades iguais para todos”, disse Mike Dunn, diretor de Comunicação da prefeitura, em um comunicado enviado por e-mail, acrescentando que há esforços para melhorar o acesso a serviços bancários para os pobres. “Podemos resolver os obstáculos que enfrentam os sem-banco, precisamos remover quaisquer obstáculos que possam impedi-los de desfrutar de todas as comodidades desta cidade, comodidades prontamente disponíveis para os afortunados o suficiente para ter um cartão de débito ou crédito ”.

Mas Dunn ressalta que a nova lei, que contraria a tendência do fim do dinheiro, poderia prejudicar a economia local se os varejistas que preferem pagamentos digitais decidissem levar seus negócios para outro lugar. “Essa decisão vem apesar de nossas preocupações contínuas sobre como esta legislação pode impactar a inovação em nosso setor de varejo”, disse ele. “Continuaremos a monitorar isso, já que enfrentamos o desafio contínuo de crescimento de nossa economia, garantindo que o crescimento seja inclusivo.”

Um número crescente de varejistas vem adotando o uso de cartões de crédito e débito, bem como de carteiras digitais como a Apple Pay e a Google Pay, para vender seus serviços e produtos de forma a acelerar as transações e limitar o risco de roubo, e por isso acabam colocando em segundo plano o uso do dinheiro.

As compras em dinheiro caíram para 30% de todas as transações de varejo no ano passado, em comparação com 40% em 2012, segundo o Federal Reserve, o banco central norte-americano, destaca o USA Today. Principalmente entre a geração dos millennials: apenas 21% desse grupo usou dinheiro em suas compras, de acordo com pesquisa Gallup de 2016. Em 2011, esse percentual chegou a 39%.

Mas os defensores do projeto e outros críticos ao fim do dinheiro apontam que muitos consumidores de baixa renda estão em desvantagem quando os varejistas não aceitam dinheiro porque não têm contas bancárias, cartões de crédito ou identificação com foto.

Em 2017, 6,5% das residências dos EUA não possuíam membros com uma conta corrente ou de poupança e 20% não usaram uma plataforma de crédito ou cartão de crédito convencional.

Nova Jersey (NY) segue a Filadélfia e também já aprovou uma lei que impede os varejistas de proibirem dinheiro, assim como na capital Washington e em Nova York. Massachusetts baniu comerciantes sem dinheiro por 41 anos, segundo o USA Today.

Fonte:

Vicunha e Ecoera de olho no impacto ambiental do uso da água

Preocupados com o impacto ambiental da produção têxtil, a Vicunha, maior produtora mundial de índigos e brins, e o Movimento Ecoera, consultoria com foco em ações sociais e ambientais que atua nos setores de moda, beleza e design, estão lançando o projeto Pegada Hídrica na indústria têxtil, que pretende criar uma metodologia para mensurar o consumo de água na produção de jeans. 


A proposta tem a parceria da H2O Company, especializada em promover uma gestão para a sustentabilidade, e da Organização Não Governamental (ONG) Iniciativa Verde, organização do terceiro setor que busca contribuir para a melhoria dos serviços ambientais como biodiversidade, água e qualidade do ar. 

A ideia do projeto, explicou o diretor executivo de Operações e Planejamento Estratégico da Vicunha Têxtil, Marcel Yoshimi Imaizumi, é utilizar métricas próprias para analisar o mercado da produção de uma calça jeans. “A gente não sabe se esTe número que está aí, de 15 mil litros de água para produção de um jeans é real. Isso é nos Estados Unidos. Nossa indústria não tem uma metodologia unificada”, conta. 

O objetivo, conforme Imaizumi, é promover transparência na cadeia da moda e fortalecer o setor, unindo os diversos players em prol da criação de indicadores próprios na gestão sustentável da água. “As empresas têm que ter posicionamento. A indústria têxtil é penalizada, porque existem iniciativas, mas não se conversam”, ressaltou. “Há uma necessidade de ação, vivemos num mundo de escassez. Como a Vicunha exporta e os consumidores lá fora são mais exigentes, estamos atentos à necessidade de conscientização e engajamento.”



A especialista em sustentabilidade e fundadora do Ecoera, Chiara Gadaleta, que atua nos setores de moda, beleza e design, afirmou que é preciso mapear os produtos para desmistificar quanto cada um realmente gasta de recursos hídricos. “A moda é um indicador do seu tempo, mas parou de representá-lo, porque hoje precisamos pensar em um mundo sustentável. Então, a moda tem que acompanhar isso, porque precisamos nos vestir”, afirmou.

Com a pegada hídrica, o que a Vicunha e a Ecoera pretendem é dar ferramentas de medição para que seja possível estabelecer metas de redução do consumo de água na produção têxtil. “Isso significa engajar também o varejo e o consumidor de modo a viralizar a mensagem. É uma plataforma de boas práticas”, sintetizou Chiara.

O projeto calculará o volume de água gasto em toda a sua cadeia de produção, desde o plantio do algodão até o final do processo, durante a lavagem na casa do consumidor. Além disso, o trabalho identificará a situação atual da empresa, indicando maneiras de redução e formas de compensação por meio de projetos socioambientais como recuperação do solo, conservação dos recursos hídricos, estoque de carbono e criação de corredores para a biodiversidade.

O cálculo será dividido em três indicadores de pegada hídrica: azul, verde e cinza. A pegada azul refere-se ao volume extraído das fontes de água doce, de superfícies ou subterrâneas. A pegada verde representa a água proveniente da chuva ou umidade do solo. Já a pegada hídrica cinza diz respeito ao volume de água necessário para diluir os poluentes e devolver a água tratada às redes de esgoto, de acordo com a legislação. A soma dos três indicadores confere a pegada hídrica total do produto.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br

São Paulo e ABC têm perdas de R$ 45 milhões no comércio por causa das enchentes

Segundo a FomercioSP, micro e pequenos negócios são os que mais sofrem com as enchentes

A rua 25 de março, polo do comércio paulista, durante as chuvas desta semana (crédito: Rovena Rosa-Agencia Brasil)

As enchentes que atingiram a Grande São Paulo entre o último domingo (10) e segunda-feira (11) geraram perdas de R$ 45 milhões para o comércio, em especial na capital e na região do ABC Paulista, onde as chuvas causaram grandes  alagamentos. A estimativa é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e representam 0,2% do faturamento esperado para a região no mês de março.

Segundo a FomercioSP, micro e pequenos negócios são os que mais sofrem em momentos como esse pois têm estoques menores e menos funcionários, o que pode inviabilizar a operação em dias atípicos como esse.

O trânsito intenso de trabalhadores entre São Paulo e o ABC Paulista foi profundamente afetado entra a noite do domingo e toda a segunda-feira. A Via Anchieta, a principal ligação entre as regiões, teve parte interditada, inviabilizando a passagem de qualquer veículo. Assim como linhas de trem totalmente paradas por conta dos alagamentos das vias férreas e no entorno das estações, que impediu, até mesmo, que ônibus alcançassem o local para realizar o transporte de trabalhadores.

Em São Paulo, as regiões do Sacomã e do Ipiranga, que concentram grande quantidade de pequenos comércios de rua, foram as mais afetadas pelas águas. O transbordamento do rio Tamanduateí na avenida do Estado às 22 horas do domingo e do córrego do Ipiranga foram os principais motivos da inundação nesses bairros.

Grandes estabelecimentos
As médias e grandes lojas acabam sendo mais poupadas por conta da infraestrutura nas quais estão instaladas, porém, para essas, a ausência de funcionários também é sentida.

A principal perda para esses negócios em dias de enchentes está relacionada à falta de fluxo. Essas perdas tendem a não ser recuperadas em negócios que dependem principalmente das compras por impulso, como shoppings, supermercados e farmácias.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), no período entre a noite de domingo e a segunda-feira choveu o equivalente a 90,6% do esperado para o mês. São Paulo chegou a ter 56 pontos de alagamento.

Fonte: https://portalnovarejo.com.br/