quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Redes regionais: varejo "responsivo"

Dar respostas rápidas às mudanças de mercado sempre foi um trunfo dessas empresas para crescer. Mas, nos últimos anos, uma outra aposta tem dominado suas estratégias



O avanço contínuo e a taxas superiores às do mercado das redes regionais nos últimos anos tem deixado os gigantes de cabelo em pé. Em 2017, não foi diferente. Enquanto as três maiores companhias do setor registraram um crescimento real de apenas 1,2%, os regionais tiveram alta de 4,6% no ano passado, já descontada a inflação média de 3,46%, calculada pelo IPCA. Se compararmos apenas as operações de super e hipermercados do GPA e do Carrefour – que publicam balanço por terem capital aberto –, a distância é ainda maior. Não é por acaso que o Grupo Pão de Açúcar anunciou em junho último o relançamento da bandeira Compre Bem para concorrer diretamente com as empresas que atuam localmente

A maior parte desse crescimento vem principalmente do aumento do número de lojas. Em 2017, o saldo dos regionais fechou positivo em 164 unidades, representando um aumento de 7% sobre o ano anterior. Se considerarmos apenas as empresas locais que inauguraram filiais, o aumento no faturamento sobe para 7,2% real. Para os regionais, expansão tem sido uma estratégia importante para ganhar escala e manter-se competitivos no mercado. O que, segundo especialistas, faz parte do jogo do varejo. “Esse movimento de inaugurações é o mesmo tanto para regionais quanto para gigantes. O mercado está aí para todos. Além disso, com o segmento imobiliário mais favorável, muitas empresas viram no processo de inauguração uma grande oportunidade”, afirma Paulo Ferezin, diretor da consultoria KPMG na área de varejo. O especialista ressalta, contudo, que existem riscos caso esse movimento aconteça de maneira desordenada, uma vez que o investimento é alto. “Quando isso ocorre, o passo seguinte das empresas, nacionais ou locais, deve ser retroagir e fechar lojas ineficientes, para evitar impacto negativo na operação”, completa.

Outros fatores também favorecem o crescimento das redes regionais. Um deles é a capacidade de ser mais “responsivo”. Ou seja, adaptar-se rapidamente às mudanças de hábito do consumidor – por exemplo, realizando alterações no sortimento ou cadastrando produtos de um dia para outro, processos mais lentos em organizações gigantes. As empresas locais também contam com maior agilidade ao responder a aspectos comerciais. “É comum, por exemplo, a indústria precisar elevar seu share de mercado numa determinada região, oferecendo boas condições de compra apenas para supermercados locais. Em um varejo nacional, o comprador quer aquela vantagem para o Brasil todo”, avalia Ferezin.

Para Félix León, professor de marketing da Universidade Presbiteriana Mackenzie, nas lojas operadas pelos regionais, as ações promocionais são mais bem-aceitas pelo consumidor. “O motivo é que essas iniciativas são mais segmentadas, muitas vezes, atingindo o público com maior precisão”, diz o especialista. Ele acrescenta ainda, como outra vantagem dessas redes, o fato de os clientes visitarem suas lojas com maior frequência, já que boa parte delas atua no conceito de vizinhança. As vantagens obtidas pelo varejo local têm origem no maior conhecimento da região, dos consumidores, da estrutura mais enxuta e da presença do dono no momento das decisões mais importantes. Mas, quem quer sobreviver e garantir a sua sobrevivência, precisa ficar atento aos movimentos – venham de onde vierem.


Giga Atacado Lojas da bandeira, do Grupo MGB, foram adaptadas para atender o consumidor final, sem perder o foco na pessoa jurídica

Grupo MGB: Aposta na diversificação de formatos
Com operações em diversos formatos e atuação na região metropolitana de São Paulo, o Grupo MGB obteve um crescimento real de 15,6% no ano passado, segundo o 47º Ranking de SM. A companhia é dona das marcas Mambo (supermercados), Petit Mambo (proximidade) e Giga Atacado e Giga Atacado Compacto, ambas de cash & carry. Para André Nassar, presidente do Conselho Consultivo do Grupo, a diversificação de portfólio é um dos pontos fortes da empresa. Graças a isso, acredita ele, é possível oferecer ao público um sortimento amplo e qualificado a preços competitivos. Também devido à atuação em diferentes formatos foi possível enfrentar a deflação de preços de alimentos, registrada em 2017. “Houve crescimento no número de famílias e de pessoas físicas no atacado, o que nos levou a preparar o Giga Atacado para atender o cliente final, oferecendo experiência de compra e facilidade de pagamento sem necessidade de cadastro. Mas também não deixamos de atender com qualidade comerciantes e revendedores”, afirma Nassar. “Já no caso das bandeiras de supermercados, diferenciamos serviço e sortimento”, completa. Em 2017, o Grupo inaugurou um Petit Mambo e duas filiais Giga Atacado. Além disso, a empresa também iniciou um trabalho de gerenciamento por categorias, priorizando as posicionadas como destino e promovendo ajustes nas de rotina e sazonais. Realizou ainda uma revisão da linha de marcas baseada na definição de formadores de imagem e geradores de tráfego, tanto para os formatos de cash & carry quanto de varejo. A empresa atua também com e-commerce, que conta com promoções exclusivas, contato pós-venda e comunicação personalizada, entre outros aspectos. Para 2018, a expansão continua. Já foi inaugurado um Giga Atacado Compacto, que traz a mesma proposta do cash & carry que já existia, porém num espaço menor. “A ideia é atender pequenos e médios comerciantes dentro de áreas menores que não possuíam esse canal de compras”, explica Nassar. Segundo ele, a empresa está otimista neste ano devido à melhora das condições econômicas. “Esperamos manter um crescimento de dois dígitos”, conclui o varejista.


Regionais que tiveram queda

Apesar do crescimento agrupado de 4% real, uma parcela significativa de 38,7% dos regionais apresentaram recuo real nas vendas no ano passado. Uma boa parte não conseguiu enfrentar a deflação dos alimentos. “Esse cenário impõe a necessidade de uma gestão eficiente na atividade promocional, de elevar volumes de venda e de comercializar um mix de produtos de maior valor agregado sem parecer caro. Isso pode ser feito por meio de packs promocionais e produtos premium que nem sempre estão na lista de compra do consumidor”, afirma Sérgio Nóia, sócio da Enéas Pestana & Associados. 

Ele lembra que, nesses momentos, garantir consistência na execução é fundamental. “É preciso buscar uma gestão eficiente na área comercial e melhorar a produtividade na logística e nas lojas, sem perda de serviços”, completa. Já Paulo Ferezin, diretor da KPMG na área de varejo, lembra que o resultado negativo também se explica por outros fatores. Entre eles, pode estar, por exemplo, a demora para tomar decisões de redução de custos ou fechamento de lojas com desempenho ruim.





Desafios do varejo regional

Sérgio Nóia e Rogério Soares, sócios da consultoria Enéas Pestana & Associados, listam pontos de atenção para as redes regionais manterem o crescimento acima do mercado

  • Elevar o nível de profissionalização
  • Ajustar o mix de formatos, cuidando para que sejam complementares
  • Adotar sistemas e processos adequados
  • Ampliar nível de conhecimento do consumidor para avaliar entrada no varejo digital
  • Lembrar-se de que o sucesso do passado não garante o futuro

Fonte: https://www.sm.com.br

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Roupas Tecnológicas – Conheça as peças que não precisam ser lavadas

Roupas Tecnológicas   Conheça as peças que não precisam ser lavadas

Além da estética, a moda também deve trabalhar para transformar o mundo em um lugar melhor. Pensando nisso, as últimas novidades em roupas tecnológicas aliam praticidade e sustentabilidade. Criadas com base nesses dois pilares, as peças que dispensam a lavagem são as grandes novidades da vez.

Roupas tecnológicas para facilitar a vida e economizar água
A lavagem excessiva é um dos grandes inimigos das roupas. Ela desbota o tecido, prejudica as fibras e diminui a vida útil da peça. Além disso, esbanja no uso de um recurso não renovável: a água.

Para quem vive uma vida agitada, nem sempre é possível tirar tempo para cuidar das roupas do jeito ideal. Com o uso da tecnologia, agora é possível resolver esses dois problemas de maneira bem prática. O mais bacana é que as empresas utilizam recursos tecnológicos para melhorar ainda mais os materiais de origem natural. Conheça as novidades:

1. Organic Basics – Roupa íntima tecnológica usa íons de prata para diminuir a frequência de lavagem
Roupas Tecnológicas   Conheça as peças que não precisam ser lavadas

A empresa dinamarquesa Organic Basics acaba de lançar uma linha de cuecas e calcinhas especiais. As peças só precisam ser lavadas de duas a três vezes por mes e você pode usá-las várias vezes seguidas.

Parece mágica, mas é só tecnologia. O segredo está no uso de nanopartículas de prata junto ao tecido. Reconhecida pelas suas propriedades antimicrobianas e termodinâmicas, a prata é separada em minúsculas partículas que são adicionadas à uma solução exclusiva e, então, pulverizadas sobre as fibras do tecido.

Roupas Tecnológicas   Conheça as peças que não precisam ser lavadas


Durante o uso, essas nanopartículas liberam íons que destroem os fungos e bactérias causadores de doenças e odores desagradáveis. As peças íntimas da coleção Silvertech custam a partir de U$ 15 e o site entrega no Brasil!


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Fonte: http://www.fashionbubbles.com/

Redes do setor viraram notícia na imprensa por enfrentar dificuldades como falta de dinheiro em caixa, dívidas com fornecedores e Fisco e lojas desabastecidas. Veja como evitar situações como essas

Veja abaixo se esse ciclo acontece em sua empresa:

Comprometimento do capital de giro pela má gestão/falta de acompanhamento de indicadores > pedido para prorrogar prazos de pagamento a fornecedores > sem pagamento, débitos vão a cartório > fornecedores param de entregar mercadorias > sem venda não há recomposição de caixa


Se ele acontece, fique atento. Há alguns meses, foi publicado na imprensa o caso de uma rede paulista que enfrentava problemas sérios com lojas desabastecidas e dívidas, como falta de pagamento de tributos. A União, conforme as notícias, entrou com processo e acusou a varejista de tentar dar um jeitinho para se esquivar de quitar o que devia ao Fisco, registrando filiais com nomes fantasia diferentes. A história, infelizmente, é mais comum no setor do que se imagina. No ano passado, sócios de uma varejista do Centro-Oeste tiveram a prisão decretada por falta de pagamento de impostos. Mas, afinal, o que leva a situações como essas?

Parte da origem do problema vem da ausência de controle. “O varejista até tem um sistema de ERP alimentado corretamente, mas não acompanha os indicadores, como estoque e prazo de compra, que ajudam a identificar ineficiências”, avalia Fábio Astrauskas, CEO da Siegen Consultoria. Além disso, é comum o empresário identificar algo errado, mas acreditar que vai encontrar uma solução, o que acaba não acontecendo. Com isso, o capital de giro é prejudicado, gerando um efeito dominó: sem dinheiro para honrar compromissos ( fornecedores e Fisco, por exemplo), a empresa pede prorrogação dos pagamentos até chegar a protestos em cartório, o que leva à interrupção de abastecimento. Sem mercadoria, não há venda e, portanto, não há caixa. Segundo Astrauskas, uma das primeiras medidas a ser tomadas é avaliar se há descompasso entre o prazo de pagamento aos fornecedores e o de recebimento dos clientes. Devese ainda avaliar o estoque, identificando produtos que não giram e oneram a empresa.

Já Alexandre Ribas, sócio da Falconi, alerta para o fato de que muitos varejistas acreditam que a gestão da empresa é separada da gestão do caixa. Ao contrário do que se imagina, uma é decorrência da outra. Para ele, uma das principais causas de problemas financeiros no varejo é a constante necessidade de expansão. “Como as margens são pequenas, o varejista precisa gerar um volume grande para ter resultado, e a abertura de lojas é uma das formas que encontra para isso”, explica.

Para saber até onde puxar a corda, a recomendação é acompanhar o fluxo de caixa líquido. Esse indicador é composto por três variáveis: fluxo de caixa operacional (refere-se ao lucro gerado pela operação), fluxo de caixa de investimento (recursos utilizados para abertura de lojas, por exemplo) e fluxo de caixa de financiamento (destinado a pagamentos como juros de dívidas ou parcelas de financiamento). O primeiro tipo é o único que contribui positivamente, com a entrada de recursos, enquanto os outros dois referem-se a valores que devem ser descontados. O resultado final dessa conta (que corresponde ao fluxo de caixa líquido) deve ser positivo. “Isso significa que o fluxo de caixa operacional tem de ser grande para cobrir os outros dois e ainda sobrar recursos”, ressalta. Segundo Ribas, acompanhar esses indicadores permite identificar problemas e agir rapidamente. Se o fluxo de caixa operacional não for suficiente para cobrir os demais, uma medida possível é alongar as dívidas de curto e médio prazo, reduzindo o desembolso mensal. “Outra possibilidade é cortar despesas, como as gerais e administrativas, enxugando a estrutura, ou combater a ruptura em itens com bom giro e boa margem de lucro, além de otimizar o estoque”, recomenda.

Desacelerar o ritmo de investimentos é outra possibilidade. “Saber qual o nível correto a ser investido depende de cada negócio, da capacidade de gerar caixa, da necessidade de buscar ou não dinheiro fora e até de quanto a empresa está disposta a crescer, entre outros fatores”, avalia o sócio da Falconi. “O ideal é realizar um estudo de todos esses aspectos para determinar a curva de crescimento e de investimento mais adequada para a empresa”, diz o especialista. A ideia é não forçar demais nenhum dos três tipos de fluxo de caixa, mantendo a saúde financeira da empresa.

Fluxo de caixa líquido




O que é
O fluxo de caixa líquido é composto pelo fluxo de caixa operacional (lucro gerado pela operação), fluxo de caixa de investimentos (despesas com abertura ou reformas de lojas, por exemplo) e fluxo de caixa de financiamento (valores gastos com endividamento, como pagamento de parcelas de financiamentos)

Como se calcula
Pega-se o valor do fluxo de caixa operacional e, dele, diminuem-se os valores correspondentes ao fluxo de caixa de investimentos e ao de endividamento. O resultado final deve ser positivo

Para que serve
Ajuda a identificar ineficiências. Quando, no final, o fluxo de caixa líquido é negativo constata-se que há algum problema e é preciso rastreá-lo para encontrar soluções (exemplo: custo alto que precisa ser reduzido)

Fonte: https://www.sm.com.br

quinta-feira, 21 de junho de 2018

A quarta revolução industrial no setor têxtil

Desde o final de 2017, está em operação a Fábrica 4.0 do setor têxtil. A iniciativa foi movida por estudos do Senai CETIQT (Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil) na metade de 2016, com um ousado projeto de transformar a produção de peças na indústria até a entrega das mercadorias ao cliente. Assim como outros segmentos industriais que passam pelo mesmo processo de mudança, reflexo apontado nos dados da FIESP, quando revela que a indústria regrediu 55% da sua participação no PIB nacional.

O setor têxtil fatura hoje US$ 45 bilhões, somando 33 empresas com mais de cinco funcionários e 33 mil indústrias com uma equipe inferior a esse número, somando 1,5 milhão de empregos diretos. Estudo realizado pelo SENAI CETIQT para 2030 revelou que IoT é um dos pontos de diferenciação porque proporciona conectividade, integração e convergência. Foi a partir dessa análise que o Senai SETIQT criou a primeira Fábrica 4.0 do Brasil.

As principais tecnologias adotadas foram: manufatura acionada pelo consumidor; robótica, automação e virtualização; realidade aumentada; realidade virtual; sistemas de visão; sensores, atuadores e Interfaces Homem Máquina – IHM;  IoT (Internet das Coisas) & Cloud Computing; Big Data & Analytics; AI – Inteligência Artificial; Sistemas de Integração Horizontal e Vertical.  Todo esse arsenal, segundo Robson Marcus Wanka, gerente de Educação do SENAI CETIQT, requer um investimento de R$ 2,5 milhões, com retorno em um ano.

Ele explica que a planta fabril da Fábrica 4.0 começa com a sua produção com espelho virtual onde o consumidor se vê dentro da roupa, usando um estudo antropométrico que tira as medidas e a partir daí é possível personalizar em locais de estampa e quais cores você quer escolher. Assim, o custo com as peças de tecidos é reduzido, uma vez que todo o processo é feito com tingimento onde uma impressora Epson conversa com a calandra por meio de dispositivos de IoT.

Dessa forma, é possível dar ao cliente o poder dele escolher o que ele quer usar e ele passa a ser o design das peças. Por meio de um robô colaborativa será dado um toque no tônus muscular da perna do cliente para medir a elasticidade da calça, por exemplo. Assim, é criado um processo de robotização com inteligência artificial e conectividade. E toda a cadeia de fornecimento já está conectada sem interferência humana, nem na manufatura. No final, a costureira já terá as peças cortadas por uma máquina e contará com o QR CODE para orientá-la como será a montagem da peça, onde também é usada a realidade aumentada. A etiqueta com o QR CODE é colocada na peça e a assinatura do cliente também.

Em seguida, um sistema dobra e ensaca e o robô armazena a peça num estoque intermediário. O cliente recebe uma foto do robô, que irá realizar a entrega do produto ao cliente. O robô realiza a prova da roupa sem uso de espelho e, por meio de um sistema de mapeamento da face, é possível identificar a satisfação do cliente.

"Não há nada com esse nível de inovação no mundo. Vamos levar a Fábrica 4.0 para a Olimpíada do Conhecimento. Além disso, criamos um Master Business Inovation com foco na implementação de projetos reais na indústria 4.0 para que as principais indústrias do setor discutam o tema. Hoje contamos com 48 organizações que discutem todas as etapas: posicionamento, produtos e materiais, processo produtivo, tecnologia 4.0, viabilidade e projeto".

Outra iniciativa, de acordo com Wanka, é uma parceria com a ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) para discutir como ajudar as microempresas para ingressar na indústria 4.0, uma vez que possuem grande representatividade no setor. O foco abrange o aumento da produtividade, melhorar a qualidade de produto, reduzir custos, desperdícios e retrabalho, fomentar a sustentabilidade (ambiental e financeira), implementar tecnologia e inovação, valorizar o capital humano e atender aos requisitos legais (compliance, ambiental e social).

Fonte: http://tiinside.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Cliente aplica golpe de US$ 1,3 milhão no Walmart

Esquema foi praticado em mais de mil lojas durante 18 meses

Fachada de unidade da Walmart : gigante do varejo lidera lista da Fortune (Foto: Getty Images/Arquivo)

Thomas Frudaker, um cliente de 23 anos, foi preso em uma loja do Walmart na cidade norte-americana de Yuma, estado do Arizona, após tentar devolver um computador que havia adquirido. Com a desistência da compra, ele receberia o dinheiro de volta. No entanto, funcionários perceberam que ele havia retirado partes da máquina antes de fazer a devolução.


Na investigação, o Departamento de Polícia de Yuma descobriu que Frudaker havia realizado devoluções fraudulentas de produtos em mais de mil lojas do Walmart durante 18 meses, uma delas, inclusive, em outra unidade no mesmo dia em que acabaria preso. Segundo as autoridades, Thomas Frudaker lucrou nada menos do que US$ 1,3 milhão (quase R$ 5 milhões) com o esquema golpista do qual é acusado. 

Frudaker terá agora de responder a seis acusações criminais. A fiança foi estipulada em US$ 40.000.  

Fonte:https://epocanegocios.globo.com

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Dia das Mães: 63% das buscas por presentes acontecem em dispositivos móveis


Com a proximidade da data mais importante do varejo no primeiro semestre, o Dia das Mães, o Google apresenta pesquisa sobre o comportamento de consumo dos brasileiros.

O Brasil tem hoje 67 milhões de mães, número que gera boas expectativas para o varejo, ainda mais por conta da quitação das dívidas de início de ano, como IPVA e IPTU. Outro fator positivo é o crescimento da data em 2017, que faturou +16% no e-commerce (R$1.9b) e +4% no total do varejo, em comparação com o ano anterior.

Confira abaixo alguns insights que levantamos por meio de Google Consumer Survey (ferramenta de pesquisa online) e dados da Busca:

•    72% dos usuários de internet celebram o Dia das Mães
•    46% das pessoas que não compraram em 2017 irão comprar em 2018
•    Quem deseja comprar na data pela internet apresenta um tíquete médio 14% maior
•    O consumidor começa a pesquisar cerca de um mês antes da ocasião, sendo que o pico por presentes acontece uma semana antes da data
•    63% das buscas por presentes para Mães acontecem em dispositivos móveis
•    Em 2017 as requisições para lojas físicas no Waze cresceram 43%, sendo 46% para lojas de beleza, 30% moda e 15% shoppings
•    As buscas por termos relacionados a data crescem em média +51% ao ano e mais rápido que por outras datas como Dia das Crianças, Pais e Namorados



Não é só presente que sustenta a data
•    A busca por serviços nas semanas pré e durante o evento também crescem. Em 2017, as pesquisas por salões de beleza tiveram aumento de 57%. Já o interesse por restaurantes subiram 26%, serviços de SPAs 23% e passagens áreas tiveram alta de 17%.



Mas quem ganha presente? Só as mães?
•    As pessoas que serão presenteadas são tão diversas quanto as famílias brasileiras: 17% dos entrevistados afirmam que presentearão esposas, 15% avós e 14% sogras. As filhas também serão agraciadas (5%).
•    A maior parte dos entrevistados pretendem comprar perfumes e cosméticos, seguido por roupas e depois flores e chocolates, sendo os homens os mais propensos a dar esse tipo de produto, assim como eletroportáteis e smartphones.



Mães mais conectadas ampliam o leque de opções
As mães nunca estiveram tão conectadas como hoje (71% acessam a internet). Se por um lado isso pode facilitar a vida na hora de escolher o presente, por outro, pode significar mais opções. Fato é que quando perguntadas quais presentes elas desejam comprar nos próximos meses os smartphones apareceram no segundo lugar e TVs entre os top 10.

Fonte: https://www.sm.com.br

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