sexta-feira, 20 de março de 2015

Os eficientes crescem

Para varejo de vestuário e calçados, controle das despesas e processos foi fundamental em 2014

O ano de 2014 foi desafiador para o varejo de vestuário e calçados. O foco na Copa do Mundo, o ambiente macroeconômico em declínio, a alta dos juros e a baixa expansão da massa salarial prejudicaram as vendas de um segmento que em parte vive de crédito (que representam grande parcela das receitas dos grandes varejistas), em parte depende da renda disponível.

Como não houve contribuição nem de um lado, nem do outro, o desempenho do setor foi modesto. Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve queda de 1,1% no volume de vendas, ainda que com alta de 3,4% nas receitas.

Os varejistas que têm capital aberto e que, por isso, divulgam seus resultados, contam histórias diferentes. Quem conseguiu controlar seus custos ou conseguiu reforçar suas operações financeiras cresceu. 

É o caso da Lojas Renner, que conseguiu diminuir em 1% suas despesas operacionais e ampliou em 25,1% suas receitas com produtos financeiros, que chegaram a R$ 217,5 milhões. Na última linha, a diferença aparece de forma nítida: alta de 15,7% nos lucros líquidos em relação a 2013, para R$ 471,4 milhões. As vendas em mesmas lojas cresceram 11,1%, o faturamento líquido 19,4% (para R$ 5,2 bilhões) e a margem bruta da operação subiu 1,1 ponto percentual, para 53,8% das vendas. 

A empresa destacou, em sua apresentação de resultados, as melhorias nos processos de captura de tendências e desenvolvimento de produtos, a melhor administração dos estoques e o aperfeiçoamento da gestão comercial como aspectos que melhoraram a alocação e a distribuição dos produtos nas lojas, impulsionando vendas e lucros.

A Riachuelo, por sua vez, apresentou um crescimento de 16,2% na receita líquida, para R$ 4,7 bilhões, mas excluindo lojas novas o avanço foi de apenas 1,4%. As despesas operacionais médias por loja recuaram 1,4% e a margem Ebitda ficou estável em 23,7% das vendas. A operação financeira Midway representou 31,3% do Ebitda de R$ 888,9 milhões.

Na Marisa, as receitas financeiras tiveram um crescimento de 36,4%, para R$ 287,19 milhões, e fizeram com que a empresa aumentasse seus lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) em 4,4%, para R$ 387,2 milhões. Com a readequação das operações da empresa ao longo do ano, era esperado que 2014 fosse um ano de resultados modestos: a receita líquida subiu 3,5% sobre 2013, para R$ 2,6 bilhões, com expansão de 0,2% em mesmas lojas. O lucro líquido da empresa caiu 40,3% no ano, para R$ 51,5 milhões.

A visão dos especializados
Fora das grandes lojas de departamentos, o cenário também ficou acima da média do setor, exceto para quem não conseguiu manter os custos em ordem. Na Restoque, dona de marcas como Le Lis Blanc, John John, Rosa Chá e Dudalina, o ano foi de alta de 20,9% nos lucros líquidos, para R$ 109,2 milhões. O Ebitda avançou 26,2%, para R$ 315,9 milhões, mesmo com um crescimento de apenas 4,3% nas vendas, para R$ 1,2 bilhão. 

O resultado foi possível por conta da redução de 5 pontos percentuais nas despesas da Restoque e de 1,5 ponto percentual na Dudalina (em relação à receita líquida). No quarto trimestre do ano, as despesas operacionais encolheram 7,9 pontos percentuais sobre o mesmo período de 2013. É de se esperar que a empresa aproveite melhor as sinergias possíveis entre as operações Restoque e Dudalina e continue a obter ganhos de eficiência em 2015.



Fonte:http://www.portalnovarejo.com.br

quinta-feira, 19 de março de 2015

Anvisa interdita lote de álcool em gel

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (17) no Diário Oficial da União determina a interdição cautelar do Lote 10 do produto Carrefour álcool gel lavanda, produzido pela empresa Luar Mágico Indústria e Comércio de Produtos de Limpeza Ltda.


De acordo com o texto, laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) apresentou resultados insatisfatórios nos ensaios de rotulagem primária e teor de álcool etílico.

A resolução entra em vigor hoje e vale por 90 dias.


A Luar Mágico Indústria e Comércio de Produtos de Limpeza Ltda. informou que uma defesa do produto foi protocolada junto à Anvisa no dia 9 de março. Ainda de acordo com a empresa, houve um problema na rotulagem do álcool em gel, mas a situação já foi resolvida.



Fonte: http://exame.abril.com.br/

O MODELO DE COMPLIANCE CORPORATIVO PARA O VAREJO

Denúncias e escândalos sobre a corrupção no Brasil envolvendo empresas e suas precárias relações com o governo deixa cada vez mais claro e evidente os riscos de uma relação construídas com interesses que não respeitam os padrões éticos esperados pela sociedade.
Com o advento da lei nº 12846 Batizada de lei Anticorrupção o tema ficou ainda mais evidente nas discussões políticas com a demora para regulamentação da nova lei, que possui em comparação aos demais exemplos de legislação internacional como UK Bribery Act e FCPA sansões mais punitivas que podem chegar até 20% do faturamento bruto da organização.
Ao contrário do que muitos pensam o varejo Brasileiro é um alvo em potencial pois possui assim como qualquer grande empresa relacionamentos com o governo, para suportar a forte expansão do varejo Brasileiro os processos de obtenção de licenças de funcionamento, licenças ambientais e outras licenças as empresas ficam muito vulneráveis quando as metas e prazos de inauguração são freadas por funcionários públicos corruptos que para acelerar exigem compensações financeiras das empresas, este fato é previsto na nova legislação e deve ser denunciado.
Para garantir que as empresas tenham conhecimento e saibam como reagir a este tipo de situação faz se necessário um instrumento muito comum na indústria financeira que o processo de compliance.
Estar em compliance nada mais e do que estar em conformidade com as leis existentes e as políticas e normas internas e externas da organização.
O objetivo de implementar um programa de compliance é acima de tudo fortalecer a cultura de controle da organização de forma a assegurar a aderência e o cumprimento das leis, políticas e normas internas da organização
O processo de compliance tem como princípio três pilares que o sustentam, são eles a Prevenção a Detecção eResposta, no varejo este processo pode ser implementado criando uma sinergia com as áreas de Prevenção de Perdas e Gestão de Riscos, pois são áreas que atuam na segunda linha de defesa no modelo de governança do IIA, executando treinamento, campanhas de conscientização promovendo orientações sobre regras e normas das empresas, já a Auditoria Interna tem o papel de Auditar o devido cumprimento do programa.
O principal report. doas aspectos de compliance deve ser ao CEO, desta forma o ideal e que o programa esteja ancorado pela área jurídica da empresa, uma outra área que pode receber este processo e a área de Gestão de Risco pois também possui report. ao CEO e a outras instâncias de governança como por exemplo conselho de administração ou comitês de Auditoria.
Inserimos na sequencia uma proposição de um modelo funcional e de baixo custo para estruturação de um programa de compliance corporativo, vale a pena dizer que e um modelo especifico para varejo e que dependendo da organização pode variar nas quantidades de pessoas aqui propostas para controle e gestão do programa.
Alguns requisitos são tidos como base para esta implantação, Estrutura de Auditoria Interna com report. ao CEO e ao conselho de administração e report. da área que fara a gestão do programa também ao CEO.
Na sequência sugerimos como pontos a serem seguidos para uma implantação adequada:
Seguindo as etapas acima descritas teremos o modelo abaixo que representa a estrutura mínima para funcionamento do programa, a estrutura de gestão do programa é centralizada e conta com agentes de compliance distribuídos em todas as áreas ou nos principais processos da organização

Com o dinamismo do varejo é importante ressaltar que este processo só funciona se tiver o apoio da alta administração e um Compliance Officer um profissional que de fato seja representativo na empresa, ou seja capaz de agir de forma independente inclusive do departamento ao qual ele representa pois como o próprio nome já diz o Compliance não e uma área de negócio quando se trata de varejo e sim um processo corporativo.
Fonte:http://www.nuvare.com.br/

3º Fórum Nacional do Varejo: Dificuldade econômica é oportunidade para o setor

Muitos anos de volatilidade econômica fizeram com que diversos setores no Brasil, entre eles o varejo, não trabalhassem com projetos estratégicos de longo prazo e agora é preciso incorporar às características de flexibilidade, agilidade e capacidade adaptativa, que marcam o comportamento dos negócios no Brasil, a capacidade de pensar e construir a longo prazo para que o setor possa atuar de maneira mais estratégica, racional e antecipando movimentos futuros.

Tendo em vista a necessidade de um redesenho estratégico, o 3º FÓRUM NACIONAL DO VAREJO reunirá, entre os dias 20 e 22 de março de 2015, cerca de 300 executivos do setor no Hotel Sofitel Jequitimar Guarujá para debates e palestras sobre o tema central: “Alta performance nas cadeias de valor”.

Fonte: http://www.forumdovarejo.com.br/

segunda-feira, 16 de março de 2015

Vendas reais do varejo caem 2,4% em fevereiro, aponta Cielo

As vendas reais do comércio varejista brasileiro caíram 2,4 por cento em fevereiro sobre um ano antes, segundo o índice ICVA da empresa de meios de pagamento eletrônico Cielo, no primeiro resultado negativo da série histórica recente indicador.

Na comparação com janeiro (2,1 por cento), a baixa foi de 4,5 pontos percentuais.

No mesmo mês de 2014, houve crescimento por igual parâmetro de 11,4 por cento.

Em termos nominais, houve alta de 4,5 por cento, contra 17,4 por cento em fevereiro do ano passado.

"É importante observar, entretanto, que o índice deflacionado só ficou abaixo de zero por conta do feriado de Carnaval, que impactou negativamente o crescimento em 2,6 pontos percentuais", disse a Cielo.

No ano passado, o feriado caiu em março. Sem o efeito, o índice teria registrado alta de 0,2 por cento.

A maioria dos setores analisados na metodologia do ICVA cresceu abaixo do ritmo registrado em janeiro.

Parte deles, inclusive, apresentou retração na receita de vendas, disse a Cielo.

O varejo alimentício em geral, como padarias, lojas de cosméticos, veterinárias e drogarias tiveram, na média, crescimento acima de zero, mesmo com o efeito do Carnaval, mas a um ritmo mais fraco que o dos meses anteriores.

Vestuário e eletroeletrônicos, que tinham mostrado recuperação em janeiro, voltaram a ter forte desaceleração.

Para esses setores, o feriado de Carnaval teve impacto negativo relevante, disse a Cielo.


Clique e saiba mais....
Fonte: http://exame.abril.com.br

domingo, 8 de março de 2015

Caixa de supermercado é suspeita de aplicar golpe de R$ 800 mil no interior de SP



Um bom exemplo de aplicação para Soluções de Gestão de Frente de Caixa, vejam que ela cancelava compras pequenas, onde o valor do cupom fiscal não chamava atenção, porém isso vinha sendo realizado a 3 anos gerando ao varejista uma perda estimada em R$800.000,00.

Tais soluções permitem identificar ou coibir ações irregulares em:
  • Cancelamentos, 
  • Descontos, 
  • Sangrias, 
  • Trocos, 


Algumas também possibilitam Validar Processos, avaliar Produtividade e atuar com maior assertividade em situações que possam gerar maior resultado aos varejistas.


Clique e veja a matéria...
Fonte: Notícias - R7 Fala Brasil

terça-feira, 3 de março de 2015

Parque Shopping Maia abre as portas em abril

Consumidor terá Forever 21, Livraria da Vila, Fórmula Academia, Tok & Stok entre outras marcas conceituadas

O Parque Shopping Maia, com inauguração prevista para abril de 2015, será o primeiro shopping de Guarulhos com lojas diferenciadas e marcas consagradas, como Tommy Hilfilger, Broooksfield, John John, Le Lis Blanc, Calvin Klein, Lacoste, Luigi Bertolli, Track &Field, Vivara, Dudalina, Aramis, Kipling, Canal, entre outras. O shopping pertence a General Shopping Brasil.

“O Parque Shopping Maia chega para atender a uma demanda que já existe e será um empreendimento completo com compras, alimentação e lazer”, explica Alexandre Dias, diretor de marketing e varejo da General Shopping Brasil.

A diversão será garantida por 11 salas de cinema de última geração da rede Cinépolis, sendo três VIPs e uma sala 4DX (Inovadora, a tecnologia única oferece ao público uma experiência audiovisual sem precedentes, com efeitos e sensações sincronizados ao filme. As poltronas têm sistema eletrônico de movimentos, que permite simular quedas, trepidação e vibrações, além de aceleração e frenagem), e um moderno parque de diversões Neo Geo World. O estacionamento terá cerca de 1.600 vagas.

Um espaço gourmet foi cuidadosamente planejado com excelentes restaurantes como Outback Steakhouse, Bar do Alemão e Cantina Juliana.  A praça de alimentação com 24 opções oferece mais de 1 mil lugares, e terá as tradicionais lanchonetes Burger King, McDonald’s, entre outras.

Com três pavimentos interligados por vãos iluminados por claraboias, o Parque Shopping Maia reunirá um completo mix de compras, alimentação e lazer com muita conveniência e segurança. Grandes marcas oferecerão excelentes opções de compras em roupas, calçados, acessórios e produtos para casa.

Ficha técnica

Área Bruta Locável: 30.492 mil m²
Megalojas: 20
Âncoras e miniâncoras: 7
Satélites: 149
Alimentação: 24
Cinema: Multiplex com 11 salas (3 Vips e 1 4D)
Restaurantes: 3
Estacionamento: 1.600 vagas
Endereço: Avenida Bartholomeu de Carlos com a Rua Dona Tecla, nº 230, Jardim Flor da Montanha.

Fonte:http://www.diariodeguarulhos.com.br/