segunda-feira, 4 de julho de 2016

Redução do desperdício de alimentos pode elevar lucros

Redução do desperdício de alimentos pode elevar lucros
Estudo mostra que a contenção das perdas poderia incrementar os lucros em até 29% no Brasil, 14% na Argentina e 7% no México

O desperdício de alimentos é um problema global que atinge toda a cadeia produtiva, desde o processamento, distribuição, varejo, até a mesa do consumidor, gerando impactos não apenas ambientais, mas sociais e econômicos. Na América Latina, estima-se que o descarte atinja 4,4% das vendas do varejo. Entre os profissionais desse setor, 99% consideram a redução do desperdício a maior preocupação operacional, seguido de controle de roubos com 76%, contenção de custos de pessoal, 73% e administração de recursos com energia, 71%. Para eles, a contenção das perdas poderia incrementar os lucros em até 29% no Brasil, 14% na Argentina e 7% no México.

De acordo com o estudo, no Brasil e México as maiores perdas no varejo estão no setor de frutas, legumes e verduras, com média de 11%, seguida por carnes e pescados, representando aproximadamente 7% do total. Já na Argentina, a seção de carne e frutos do mar lidera com 11%. Entre os fatores indicados como principais causadores do desperdício estão os alimentos fora do prazo de validade e produtos estragados, que contabilizam juntos uma média de 40% das perdas nos três países.

Embalagens danificadas também foram apontadas por representarem um grande impacto no desperdício, sendo responsáveis por 13% do descarte de alimentos nos varejos da América Latina. A falta de resistência desses materiais prejudica a manutenção do frescor e a vida útil do alimento. No Brasil, o departamento de carnes e frutos do mar é o mais comprometido com 28%, já no México, a seção de rotisseria com 32% e na Argentina, a de delicatessen, 14%. 

Todos esses dados fazem parte da pesquisa Soluções para reduzir o desperdício de alimentos no varejo na América Latina, realizada pela Sealed Air Food Care, líder em soluções de embalagens e higiene para a indústria alimentícia, em parceria com a Nielsen, Direção de Estudos Econômicos de ANTAD (México), a FEA – USP (Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo) e associações supermercadistas. O estudo, realizado no Brasil, Argentina e México, ouviu 194 profissionais do setor e mais de 3.000 consumidores. 

Fonte: http://www.sm.com.br/

5 formas para reduzir tributos

Conheça cinco formas para reduzir tributos

Saiba em que áreas existem possibilidades para as empresas pagarem menos impostos

Existem algumas oportunidades para as empresas reduzirem gastos com impostos, o que pode ajudar a melhorar a lucratividade. Elas estão espalhadas por diversas áreas da companhia e, em muitos casos, precisam da ajuda de especialistas para serem identificadas. 

Veja a seguir algumas alternativas apontadas por Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade: 

Recuperações: a complexidade do sistema tributário leva, muitas vezes, a cobranças indevidas. “É preciso ficar atento à compensação desses tributos”, diz Domingos. Para diminuir o montante pago, também é importante ficar de olho em créditos gerados no pagamento de alguns impostos, como PIS/Pasep, COFINS, e ICMS. 

Incentivos fiscais: as empresas podem utilizar benefícios concedidos a regiões ou setores específicos. Entre eles estão, por exemplo, incentivos ao esporte e à cultura e leis que visam crescimento regional ao reduzir valores a serem pagos ao governo. 

Enquadramento de atividade: há casos em que o cadastro junto aos órgãos governamentais não reflete corretamente a atividade exercida pela companhia. Quando errado, o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), pode levar ao pagamento equivocado das alíquotas. Essa divergência, por sua vez, pode acarretar em multas. 

Redução do FAP: o Fator Acidentário Previdenciário é um índice aplicado sobre a Contribuição do Grau de Incidência de Incapacidade Laborativa decorrente dos Riscos Ambientais do Trabalho (GIIL-RAT). O pagamento, realizado pelas empresas, tanto pode resultar em aumento como diminuição da respectiva contribuição. “O que muitos empresários não sabem é que os valores podem ser minimizados, sendo possível entrar com recursos administrativos para revisão da cobrança desses valores pelo governo. Com isso, é possível garantir uma diminuição de custos”, afirma Domingos. 

Planejamento tributário: definir o tipo de tributação mais adequado para o negócio também ajuda a economizar. As opções são: simples nacional (sistema tributário simplificado para pequenas e médias empresas), lucro presumido (o imposto de renda e outros tributos são pagos sobre uma estimativa de lucro) e lucro real (impostos incidem sobre o valor do lucro apurado). Segundo a Confirp, a opção pelo tipo de tributação para o período fiscal seguinte deve ser feita até o início do próximo ano. Mas as análises para para definir qual a melhor opção para a companhia devem ser realizadas com antecedência. 


Fonte: http://www.sm.com.br/

Venda de lâmpadas incandescentes está proibida no Brasil

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A partir desta quinta-feira (30), está proibida a venda de lâmpadas incandescentes no Brasil. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) começa a fiscalizar amanhã (1º), por meio dos institutos de Pesos e Medidas (Ipem) estaduais, estabelecimentos comerciais que ainda tenham à disposição lâmpadas incandescentes com potência de 41watts (W) até 60 W.

Quem não atender à legislação poderá ser multado entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão.

A restrição foi estabelecida pela Portaria Interministerial 1.007/2010, com o objetivo de minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W. Este ano, começou a ser proibida também a produção e importação de lâmpadas incandescentes de 25 W a 40 W, cuja fiscalização ocorrerá em 2017.



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Fonte: http://www.valor.com.br

Em fase de aquisições, Extrafarma muda marca

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A Extrafarma, braço de varejo de farmácias do grupo Ultra, mudou a logomarca da companhia, num movimento que também envolve a reforma de lojas nos últimos meses. A alteração na marca começou a ser implementadas hoje nas lojas de Belém (PA), e avançará de forma gradual para as demais regiões do país, informou a empresa em comunicado.

As novas lojas já abrirão neste novo conceito. A empresa relançou também o site de vendas, com alterações no layout. A Extrafarma está num processo de expansão por meio de crescimento orgânico e avaliação de compra de ativos. Além de analisar a aquisição da operação da Big Ben, da Brasil Pharma, segundo fontes, a companhia prevê abrir 10 a 15 lojas por trimestre.

A Extrafarma encerrou o primeiro trimestre com 261 lojas, 15% a mais do que um ano atrás. No período de janeiro a março, fechou com R$ 372 milhões em vendas brutas, alta de 10% sobre ano anterior.


Fonte:http://www.valor.com.br/

4 conselhos de carreira de Flavio Rocha, CEO da Riachuelo

Flávio Rocha, presidente da Riachuelo

Filho de um dos fundadores do grupo Guararapes-Riachuelo, Flavio Rocha começou a trabalhar na fábrica de tecidos da família com 14 anos. Hoje, é presidente da rede Riachuelo e responsável por diversas transformações que alavancaram a empresa nos últimos anos.

Sob sua gestão, a rede alcançou a marca de 260 unidades, 561,4 mil metros quadrados de área de vendas e valor de mercado de 5,1 bilhões de reais. “Nosso modelo de negócios é o que Harvard batizou de ‘fast fashion’. Ele se baseia menos no planejamento e mais na velocidade de resposta. Nós temos uma coisa que ninguém consegue fazer no Brasil: temos 10 dias de ‘lead time’ entre nossas fábricas e nossas lojas”, explica.

A seguir, veja quatro dicas que ele compartilhou com exclusividade com os leitores do Na Prática, e que fazem parte do minicurso por email Conselho de CEO – Aprenda sobre a carreira em gestão empresarial com grandes líderes.

Dica 1: Tenha um propósito

Você só será bem-sucedido se fizer o que te emociona, o que te move. Para Flavio Rocha, a compensação material – embora importante – deve vir em segundo plano nas suas escolhas profissionais, e acaba se tornando uma consequência no futuro.

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Fonte:http://exame.abril.com.br

sexta-feira, 1 de julho de 2016

6 fatores que vão influenciar o varejo no futuro

Especialistas de centros de inovação renomados falam no BR Week sobre comportamentos e movimentos que podem mudar o varejo no futuro

Quais são os próximos movimentos e comportamentos que vão mudar o modo como o varejo opera? Para descobri-los e entende-los, especialistas dos principais centros de inovação do País mapearam no BR Week o que pode provocar mudanças no setor. “Tendência não é futorologia. É estudo diário e recorrência a partir de impressões de comportamento”, explica Daniela Dantas, diretora de projetos especiais da WGSN Mindset. “A partir do momento que a gente busca expressão, começamos a entender um pouco mais do que pode acontecer mais a frente, com metodologia para organizar tudo isso”, explica.

E quais são as ocorrências e impressões que influenciarão o futuro do varejo? Daniela Dantas, ao lado de Peter Kronstrom, head do CFIS Latim America; e Eduardo Peixoto, executivo-chefe de Negócios do Cesar, centro de inovação, elencaram insights que o varejo não pode perder de vista se quiser sobreviver no futuro.

1. Gerações
“Estamos olhando muito as novas gerações. As referencias de gênero estão imprevisíveis e as marcas que não comunicam pensando nisso vão ter problemas no futuro, porque não dá mais para encaixar o consumidor em uma caixa”, afirma Kronstrom. “O que faz uma sociedade girar é o comportamento humano”, enfatiza.

Para Daniela, um ponto a ser olhado quando falamos em gerações é nos chamados Zs, que hoje tem em média 20 anos de idade, e a geração Alfa, que hoje tem seis anos de idade. “Quem ainda não está olhando para a Geração Z, tem de olhar. Ela está aí agora”, afirma. Essa geração é a chamada “clique ativistas” e pluralista. “Para eles ser diferente é normal. E as marcas precisam repensar o modo como tudo isso é visto. Eles desconstroem conceitos o tempo inteiro. Eles vão no Facebook, se engajam e esperam isso de volta. As marcas precisam abraçar essa vulnerabilidade”, afirma a especialista.

Outra geração esquecida pelo varejo e que deve entrar nas estratégias são os senhores da melhor idade. “Os boommers, ou os gerontolescentes, são os adolescentes mais velhos: eles têm cabeça jovem, saúde e estão tendo de se redescobrir, e fazem isso com muito mais poder de consumo”, afirma Daniela.

2. Omnireality
“Estamos vendo uma tendência ao escapismo”, afirma Kronstrom. “Para fazer frente ao mundo acelerado, as pessoas escapam para um lugar que não é real”, diz. Para aproveitar esse movimento, as marcas devem encontrar formas de encontrar esses consumidores no mundo em que eles “criaram”.

3. Hiperpersonalização
Personalizar não basta, é preciso hiperpersonalizar. “No futuro do varejo as lojas precisam investir mais em tecnologia para reconhecer esse cliente de modo a oferecer uma experiência mais do que personalizada”, afirma Kronstrom.

4. Posicionamento
Mais do que nunca posicionamento será a alma do negócio, mas é preciso fazer bem feito para conseguir criar novos canais de receita tendo como driver esse posicionamento. Quem faz isso bem é a varejista japonesa Muji. O posicionamento dela é oferecer uma vida compacta e com ele a marca consegue vender de caixas organizadoras a casas. “As marcas que não se construíram antes da crise terão problemas”, conta Daniela. “Personalização não é sinônimo de luxo e tem de entrar de verdade na estratégia, não importa o segmento em que vocês atuam”, afirma.

5. Inovação continuada
“Os meios de entender o consumidor é criar personas e isso dá para fazer de três, a quatro vezes por ano, para identificar mudanças de comportamento. Mas hoje a gente tem uma interação com o público por meios digitais e esses meios geram informação sobre hábitos de consumo e necessidades individuais”, explica Peixoto, do Cesar. “Os produtos vão ser construídos de forma diferente e eles poderão evoluir continuamente. Você paga por aquele produto e seis meses depois o ciclo dele muda e a forma como o fabricante interage também muda”, avalia.

6. Compartihamento
“A crise acelera comportamentos de consumo para as quais não estávamos preparados”, afirma Daniela. “As pessoas estão mais abertas. Como marcas, para quem faz sentido, abraçar a cultura da economia compartilhada é importante, mas antes de abraçar uma causa, entendam o que é e vejam se faz sentido para o seu consumidor”, avalia. “Não compramos mais produtos, mas serviços e uma história. Vai ser um desafio essa adaptação, mas a oportunidade é imensa”, completa Kronstrom.

Fonte:http://portalnovarejo.com.br/

Setor têxtil busca tecnologia para enfrentar concorrência internacional


Com tecnologia e redução de desperdícios, indústrias têxteis buscam aumentar a competitividade (Foto:Divulgação/Fiems)

Enquanto em países vizinhos, como no Paraguai, a diferença abissal da carga tributária amplia as vantagens competitivas, indústrias instaladas do lado brasileiro se esforçam para buscar produtividade na tecnologia e práticas de produção que reduzem o desperdício.

Começou na última segunda-feira, 27, em Campo Grande, e segue até a próxima sexta-feira, 01, a 1ª Feira de Tecnologia e Inovação do Vestuário e Capacitação Técnica em Máquinas de Costura Industrial e Máquinas de Bordar Eletrônica, realizada pelo Senai, Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul) e Sebrae/MS.

“É uma forma de apoiar nossa produção. Nós contamos com bons incentivos do governo estadual, mas que são bons para as condições do Brasil”, diz o presidente do Sindivest, José Francisco Veloso, ressaltando que no Paraguai a carga tributária representa de um quarto a um quinto da brasileira.
O que ocorre é que algumas empresas mantêm operações dos dois lados da fronteira ou mesmo buscam o produto em outros Países, no caso de licitações públicas seguindo os critérios de qualidade estabelecidos em edital. Uma concorrência que afeta a produção local, responsável por 12 mil empregos formais.

Uniformes escolares – No dia 03 de junho a Prefeitura de Campo Grande publicou na edição do Diário Oficial do Município a compra dos primeiros lotes de uniformes para os alunos da Reme (Rede Municipal de Ensino), mais de dois meses após o início das aulas.

Camisetas e calçados foram comprados a R$ 3,8 milhões das empresas Nilcatex Têxtil e Odilara Frassão Calçados Eireli, segundo consta na publicação.

Nas etiquetas das bermudas entregues pela Semed (Secretaria Municipal de Educação) aos alunos da Reme, por meio da prefeitura da Capital, há a informação de que as peças foram importadas do Paraguai pela empresa Triunfo Comércio e Importação, de Blumenau (SC), e distribuídas pela Odilara.

Em nota, a Prefeitura informou que as empresas cumpriram com requisitos de qualidade e preço e que a licitação obedeceu todos os trâmites legais. Informa, inclusive, que as peças foram inspecionadas após a entrega e que antes as empresas apresentaram amostras que atestaram a qualidade.

Fonte: http://textileindustry.ning.com/