quarta-feira, 22 de junho de 2016

Após 50 anos, União Atacado encerra atividades em Uberlândia

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O atacadista está, desde 2013, em processo de recuperação judicial para evitar que fosse decretada a falência

A União Atacado, que iniciou as atividades há 50 anos, em Uberlândia (MG), fechou as portas e demitiu cerca de 100 funcionários da área comercial. O fim das ações da empresa foi iniciado na quarta-feira (15/6), quando os funcionários foram liberados mais cedo, após receberem o comunicado de fechamento. 

Na quinta-feira (16/6), os demitidos foram até a sede da empresa, no Distrito Industrial, zona norte, para dar baixa na carteira de trabalho e iniciar os encaminhamentos para os exames demissionais. O atacadista está, desde 2013, em processo de recuperação judicial para evitar que fosse decretada a falência.

A reportagem do Correio de Uberlândia contatou os empresários donos do atacadista, os irmãos Geraldo Caixeta e Adélio Caixeta, mas eles não atenderam às ligações. O advogado Paulo Calheiros, que conduzia o processo de recuperação judicial e teve o contrato rescindido, afirmou que a empresa já havia conseguido cumprir duas etapas da recuperação que consistiam no pagamento de funcionários e alguns dos fornecedores.

Na empresa, a informação passada à reportagem pelos profissionais da administração é de que foram encerradas as atividades de compra e venda da unidade sede em Uberlândia e de logística em algumas das 15 filiais.

Um dos funcionários da área comercial da empresa, que pediu para não ser identificado, afirmou que todos já sabiam da tentativa de recuperação da empresa. “Fomos comunicados, ontem, que a empresa encerrava as atividades. Já vinha de recuperação e a gente meio que sabia desse cenário, mas não esperava”, afirmou o trabalhador que estava na empresa há seis anos. Algumas equipes de vendas teriam recebido uma mensagem de texto pelo celular, falando das qualidades da equipe e desejando sorte.

Histórico
Fundada em 1966, com o nome de Armazém União, a empresa mudou de formação em 1990, quando passou a se chamar União Atacado e expandiu suas atividades para outros Estados. A empresa se consolidou como uma das maiores do mercado, atingindo 15 filiais em diferentes Estados.

Até 2012, mais de 400 funcionários estavam ativos. No Balanço Patrimonial de 2011, a empresa já registrava prejuízo de R$ 20,8 milhões, segundo o documento de recuperação judicial. No ano seguinte, o atacadista, iniciou o processo de recuperação judicial, homologado em 2013, e que vinha sendo cumpridos, segundo os advogados da empresa.

Em 2015, com início das discussões sobre o fim do regime de tributação especial aplicada em Minas Gerais, o atacadista foi um dos primeiros a alegar que deixaria as atividades no Estado devido à expectativa de aumento de custos.


Fonte: Correio de Uberlândia

37,5% dos varejistas estão com estoque alto

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Com isso, índice de adequação dos estoques sobe 7,3% em junho

Com a queda do número de empresários que estão com estoques tanto acima quanto abaixo do desejado, o índice que mede a adequação dos estoques do comércio varejista da região metropolitana de São Paulo registrou crescimento de 7,3% em junho. O indicador passou de 87,4 pontos em maio para 93,8 pontos em junho. Na comparação com o mesmo período de 2015, quando o índice de adequação marcou 101,5 pontos, o indicador de junho é 7,6% inferior.

A parcela dos empresários que afirmou estar com estoque acima do adequado passou de 39,8% em maio para 37,5% em junho, recuo de 2,3 pontos porcentuais. A parcela de comerciantes que declarou estar com estoques baixos, por sua vez, caiu 0,8 p.p. ao passar de 16,3% em maio para 15,6% em junho.
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, que apura o IE (índice de estoque), mesmo com a melhora dos estoques nos meses de maio e junho, boa parte dos empresários ainda está com os estoques elevados. Apesar do conservadorismo do varejo, está difícil ajustar o volume de mercadoria diante do ritmo fraco das vendas.

Fonte: http://www.sm.com.br/

sexta-feira, 17 de junho de 2016

RFID Presente ou Futuro para o varejo nacional?



O RFID como muitos já conhecem, permite ganhos em toda a cadeia do varejo, sendo assim uma solução direcionada a melhor rentabilidade.

Talvez você possa estar se perguntando como isso é possível, uma vez que a maior parte dos profissionais ainda enxergam somente como função principal do RFID a maior agilidade do inventário ou ainda o maior nível de acurácia das informações geradas pelo inventário.

Todavia, percebo que a dúvida não é sobre como aplicar o RFID, e sim sobre o momento ou mesmo a viabilidade sobre a aplicação da referida solução ao seu dia a dia, por vezes, não somente sobre o seu segmento, e sim sobre a forma como ele opera, tendo em vista que o varejo possui operações e estruturas distintas.

A dúvida principal identificada entre os varejistas é: O RFID é uma realidade para o meu negócio hoje?

Para responder a essa pergunta irei abordar os seguintes pontos:

Como é composta a Solução:

1.       Existem limitações para o RFID?
2.       Qual o custo da solução?
3.       Quais os ganhos?
4.       A quem se aplica esses ganhos?
5.       Qual a forma de implantação mais adequada?
6.       Como calcular os ganhos?
7.       Como calcular o ROI ou payback da solução?


1.       Existem limitações para o RFID?

Sim existem, segundo o Engenheiro Damicrei Dias, há Limitações da própria tecnologia RFID (propagação da onda eletromagnética, tipo de produtos a serem controlados, ambiente do cliente, etc) que podem afetar a eficácia da solução, e dos processos operacionais existentes na cadeia (produção, distribuição e venda dos produtos).

Mesmo havendo tais limitações a tecnologia evoluiu muito nos últimos anos, com etiquetas novas (maior performance), etiquetas especiais (para produtos que no passado eram ofensores a tecnologia, como por exemplo líquidos). Tais avanços aliados a analise estrutura e processual da operação do varejista, permitem oferecer uma solução estável, de alto desempenho, adequada à realidade do varejista.

2.       Qual o custo da solução?

Talvez uma das principais questões ou medos quanto à aquisição de uma solução RFID é o custo de um projeto. A primeira ação necessária é o alinhamento ou definição de expectativas. Uma vez feito isso o Gestor de Projeto de RFID poderá dimensionar quantos e quais equipamentos serão utilizados e quais modelos de RFID TAG (etiqueta  de RFID) serão utilizados, isso irá variar não somente pelo objetivo do projeto, mas também espaço físico, volume de estoque, volume de lojas e CDs, tipo de produtos, etc...
O projeto é normalmente composto por tags, coletores, antenas, portais e software, porém essa composição é completamente adequada ou mesmo desenhada conforme as necessidades do varejista, e por isso o valor de um projeto poderá variar bastante, dependendo da amplitude, da fase do projeto e da complexidade do projeto a ser definido.


3.       Quais os ganhos?

Podemos identificar ganhos mensuráveis e alguns não diretamente mensuráveis.

No caso de mensuráveis podemos destacar a economia relacionada ao custo de inventários, a diminuição do tempo de reposição e por consequência do índice de ruptura, a agilidade no caixa, custos com movimentações de produtos (recebimentos/transferências) e possíveis impactos em perdas, onde há a rastreabilidade do item, uma aplicação muito útil em casos como trocas de produtos.

Já em ganhos não diretamente mensuráveis podemos destacar o aumento de vendas, que por mais que possa ser avaliado com simples comparativo de resultados entre períodos, é oriundo dos ganhos aqui já mencionados, mas também sofre impacto de fatores como a melhor experiência de compra com produtos repostos de forma correta ou com a agilidade na operação de frente de caixa, pois passa a registrar os produtos de forma mais rápida e sem erros como duplicidade de registro de produtos. Outro destaque é a venda de produtos mesmo que estes estejam no estoque (maior visibilidade), através do controle de disponibilidade e localização do item dentro do estoque. Há também a possibilidade de aumento da compra por impulso, através de sugestão de itens quando o cliente acessa um provador monitorado pela solução de RFID, entre outros.


4.       A quem se aplica esses ganhos?

De forma geral a toda empresa, ou melhor, toda a cadeia, mas podemos destacar algumas áreas pontuais, contudo a solução RFID permitirá a geração de informações para as mais variadas áreas, podendo variar conforme a aplicação desenhada dentro do projeto:

·         Logística
·         Operações
·         Compras
·         Vendas
·         Prevenção de Perdas


5.       Qual a forma de implantação mais adequada?

Em virtude da grande gama de aplicações, áreas, sistemas físicos e lógicos envolvidos o sugerido é definir os objetivos principais ou mesmo iniciais da solução. Normalmente nesse ponto, várias oportunidades serão mantidas em segundo plano, permitindo que o foco do projeto seja a realização das entregas programadas.
O segundo passo é o desenho das funcionalidades e da aplicação a ser utilizadas e isso normalmente é realizado para uma parte da empresa, como por exemplo 1 loja. Isso é importante para gerar a curva de aprendizado necessária quanto as variações de processos, sistemas e estrutura do cliente.
Durante e ao final do período proposto para essa parte do projeto são realizadas analises, medições e validações da solução e dos relacionamentos com a estrutura física e lógica do cliente, gerando então a relação de ajustes necessários e os resultados iniciais que permitirão a tomada de decisão quanto a estratégia de roll out.

O roll out pode ser feito tanto em quantidade de unidades de negócio (lojas, cds, etc...), quanto em funcionalidades e integrações da solução com outros sistemas e tecnologias já existentes. Se percebe então que a implantação pode ser faseada conforme desenho do projeto.


6.       Como calcular os ganhos?

Um dos pontos mais importantes de um projeto RFID, a exemplo da aplicação de qualquer solução, é a mensuração de resultados. Isso é feito através da identificação dos objetos principais do projeto e da amplitude de aplicação do mesmo. A partir dai o Gerente de Projeto de RFID avalia quais serão as atuações do projeto para o referido cliente e age de forma a medi-los através de cronoanalises (medição de tempo de tarefas), cálculos de custo operacional, impacto em vendas, perdas e outros que gerem impactos a operação do varejista.


7.       Como calcular o ROI ou payback da solução?

O calculo é baseado na relação entre o resultado das analises de todos os ganhos mensuráveis e o investimento necessário para a implantação do projeto, permitindo assim uma tomada de decisão mais segura com visibilidade sobre o tempo necessário para o pagamento do projeto. Essa analise também permitirá identificar se o projeto será implantado de forma full, por módulos ou parcial, conforme necessidade.


Exemplos de aplicação:

·         Relação de Itens provados e Itens vendidos
·         Os itens são repostos com agilidade (menor ruptura)
·         A reposição da loja é feita de forma correta (variantes P,M,G  ou cores mais vendidas)
·         Os produtos do provador retornam a área de vendas com agilidade?
·         A equipe suficiente para horários e dias de pico
·         Controle de recebimento unitário ou por volume
·         Controle de validade (produtos no estoque são mais novos que o da área de vendas?)




Espero que este material permita além de eliminar dúvidas sobre o momento da aplicação e como avaliar o projeto para tomada de decisão, também identificar as mais variadas formas de aplicação dentro da empresa, o que poderá maximizar os ganhos do referido projeto...

Para Abilio, há sinais de retomada no mercado consumidor do Brasil

Silvia Costanti/Valor

O mercado consumidor brasileiro já atingiu seu “fundo do poço” e os sinais de retomada estão aparecendo, afirmou nesta quinta-feira o empresário Abilio Diniz, que preside o conselho de administração da BRF e é terceiro maior acionista do Carrefour no mundo.

De acordo com ele, o desempenho das vendas para o Dia dos Namorados já demonstra maior confiança dos consumidores do país. Segundo Abilio, a própria performance do Carrefour no Brasil já revela sinais de que o consumo no país pode se recuperar. O resultado do mês de abril na rede varejista foi “excelente”, disse.

Na avaliação do empresário, o consumo no Brasil deve apresentar trajetória crescente no terceiro trimestre. “Nada de espetacular, mas já dando sinais de crescimento”, ressaltou.

Em palestra em São Paulo, Abilio também disse que os fundos de investimentos estrangeiros têm interesse de investir no Brasil, mas a estabilidade política é essencial para que os aportes se concretizem. “Os fundos só estão esperando regras e sinais claros de estabilização política.”


Fonte: http://www.valor.com.br/

Faturamento das lojas de conveniência cresceu 11,5% em 2015

Loja de conveniência AM/PM em posto de gasolina da Ultrapar
Em ano fraco no varejo brasileiro, com queda de 4,3% no faturamento, as lojas de conveniência do País registraram uma alta de 11,5% em 2015.

Ao todo, as lojas faturaram mais de R$ 6 bilhões - uma alta de 284% em dez anos.

O desempenho do setor é um dos principais fatores que explica a disputa acirrada nas vendas de participações nas grandes redes distribuidoras de combustíveis, como a BR, da Petrobras, e a Alesat, que na última segunda-feira foi vendida para a Ipiranga por R$ 2,1 bilhões.

"As lojas de conveniência já são a principal razão para o consumidor ir ao posto. Ele vai mais vezes para a loja do que para abastecer", pontua o diretor de mercado do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom).

"O segmento passa por uma consolidação, principalmente na oferta de alimentos. É um negócio importante que tem se tornado o foco das grandes redes", completa.

De acordo com o anuário do setor, divulgado pelo Sindicom nesta quinta-feira, 16, o segmento de conveniência fechou o ano de 2015 com faturamento de R$ 6,8 bilhões.

Ao todo, são mais de 7,3 mil lojas no País, sendo a Ipiranga, do grupo Ultra, a líder em número de estabelecimentos. Com a confirmação do negócio no último domingo, a empresa passará a ter cerca de 2.200 estabelecimentos - 30% do mercado brasileiro.

A empresa também é líder em faturamento das lojas de conveniência, de acordo com o Sindicom. Foram R$ 1,8 bilhão em 2015. Já na Ale, que tem sua rede de revendedores focada na região Nordeste, o faturamento superou R$ 200 milhões.

A BR Distribuidora registrou faturamento de R$ 1,1 bilhão, mesma faixa da Raízen, que controla a marca Shell. A subsidiária da Petrobras está na relação de ativos cotados para desinvestimentos desde o último ano.

A estatal avalia vender participações e até mesmo o controle da distribuidora de combustíveis. O processo, acelerado no último ano, foi preterido entre outros ativos na lista após críticas internas no conselho de administração quanto ao modelo proposto para a venda.

De acordo com o anuário, a categoria de serviços de alimentação representou 17,4% do faturamento das lojas. Ainda assim, a principal categoria de consumo das lojas é a tabacaria, com mais de 40% de participação nas vendas.

Em segundo lugar, aparecem as cervejas (22%), as bebidas não alcoólicas (19%) e bomboniere (9,5%).

"O segmento conveniência perdeu lares compradores (-13%), mas os lares mantidos aumentam a frequência no canal (+32,8%), gerando aumento no volume (+13,9%) e no gasto médio anual (+18,9%)", indica o balanço do Sindicom.

Combustíveis

O balanço do Sindicom também reforçou o cenário de crise para a revenda de combustíveis no País em 2015. Em linha com os dados divulgados pela ANP, o sindicato mostra que o setor registrou queda de 2% nas vendas - a primeira em dez anos.

A queda não foi maior em função do forte crescimento nas vendas de etanol (37,5%), mais competitivo em relação à gasolina, que registrou queda de 7,3% nas vendas.

"Aconteceram, simultaneamente, o fim de incentivos à compra de veículos novos, a redução da massa de rendimentos da população e reajustes acentuados nos preços da gasolina", informa o relatório.

A situação de altos preços no mercado doméstico, associada à queda nas cotações internacionais do petróleo, favoreceu um aumento recorde de importações dos combustíveis.

O número de importadoras autorizadas pela ANP subiu 12% no último ano. Apenas a importação de diesel caiu - a primeira vez nos últimos três anos.

A situação gerou uma queda de 1,9 ponto porcentual na participação de mercado da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. A estatal encerrou 2015 com participação de 34,9% no mercado, à frente da Ipiranga, com 19,6% de Market share.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Santista demite funcionários e anuncia fechamento


Cerca de 200 trabalhadores foram demitidos na manhã de hoje

Funcionários da Santista Indústria Têxtil, localizada no município de Nossa Senhora do Socorro, assinaram hoje, 14, rescisão trabalhista. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Têxtil de Sergipe (Sinditêxtil), cerca de 200 trabalhadores devem ser demitidos. E em nota, a fábrica informa que as atividades da unidade de Socorro serão encerradas.

Por ordem alfabética, operadores de máquina foram chamados para assinar o aviso prévio, que implica na demissão. A empresa Santista informa que a decisão foi tomada em razão da forte queda nas vendas do mercado de vestuário profissional, causada pela conjuntura econômica.
J.S.N, 51, que trabalhava há 6 anos na fábrica, questiona: “O que não faz sentido é que, no início do ano, a empresa fez um alto investimento em uma caldeira. Como agora, de repente, fomos demitidos?”. O operador , preocupa-se em como vai reingressar no mercado de trabalho.
A Santista acrescenta que a produção da Unidade de Acabamento de Tecidos em Socorro (SE) será encerrada e esclarece que irá tomar todas as medidas cabíveis para apoiar seus profissionais. Os trabalhos desenvolvidos no local serão transferidos para a fábrica da Santista em Tatuí (SP).

Sindicato
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Têxtil de Sergipe (Sinditêxtil) e mecânico de manutenção da Santista, Dilson Gama, cerca de 200 trabalhadores devem ser demitidos. Ele também alerta os trabalhadores sobre os acordos realizados com a empresa: “É importante que os companheiros só aceitem acordos feitos na Justiça do Trabalho, para garantir que seus direitos sejam resguardados”, alerta.

Por Jéssica França
Fonte: http://www.infonet.com.br/economia/ler.asp?id=187564

Inditex, dona da Zara, mantém dianteira no varejo de vestuário

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A varejista de moda Inditex, dona da rede Zara, reafirmou seu sucesso na indústria com fortes resultados no primeiro trimestre. Seu modelo de negócios ágil continua gerando resultados mesmo com a abertura mais lenta de lojas no mundo.

Clique e saiba mais...

Fonte:http://www.valor.com.br