quinta-feira, 16 de junho de 2016

Havanna aposta em franquias e cresce no mercado nacional


Havanna, marca argentina que acabou de anunciar a abertura de capital em Buenos Aires, apostou no franchising para expandir no Brasil e dar oportunidade aos empreendedores que buscam o ramo de alimentação para começarem seus negócios. Para apresentar o projeto de franquias, que teve início no final de 2014, Havanna participa pela primeira vez da ABF Expo Franchising 2016, que acontece de 15 a 18 de junho, no Expo Center Norte.

Com a abertura das primeiras franquias, Havanna aumentou as unidades em 125%, contando hoje com 53 pontos de venda, sendo 34 franquias, localizadas em oito Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás e Bahia). “Nosso faturamento de 2015 aumentou em 37%, um reflexo do sucesso do nosso plano de expansão”, comenta a diretora geral da marca no Brasil, Renata Rouchou.

A expectativa é abrir cerca de 40 lojas durante 2016 e fechar o ano com um total de aproximadamente 90 lojas. O objetivo da empresa é chegar a 320 pontos de venda em todo o território nacional, ao longo de 60 meses, entre cafeterias e quiosques. Só no primeiro trimestre de 2016 foram inauguradas sete novas unidades, desembarcando pela primeira vez no Nordeste, com a abertura de lojas em Salvador na Bahia. O plano de expansão prevê ainda a abertura de franquias em novas praças nas diversas regiões do país.

Havanna tem uma proposta ideal para quem quer investir no negócio, já que oferece muito mais que somente o alfajor argentino. A marca traz diferencial competitivo que torna a marca única no mercado. Além das guloseimas exclusivas importadas da Argentina e dos produtos sazonais (Páscoa e Natal), ideais também para presente, Havanna oferece uma rede de cafeterias especializada com um amplo cardápio que vai desde bebidas quentes e geladas à base de café, até lanches e quitutes salgados e doces.

Por ser uma franquia nova, a Havanna tem uma enorme disponibilidade de capilaridade de expansão, uma vez que disponibiliza uma oferta de territórios mais atrativa para o franqueado, gerando potencial para ingressar nos grandes centros de todo o País.

Com investimentos compatíveis, Havanna trabalha com modelos flexíveis de operação, incluindo os cafés quiosques e as cafeterias completas, que unem doces à base de doce de leite e uma cafeteria argentina.

Fonte: Agência IN

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Indivíduo armado invade supermercado e pode ter feito reféns

Loja do Walmart (Arquivo)

Um indivíduo armado invadiu nesta terça-feira um supermercado da rede Wal-Mart na cidade de Amarillo, no estado do Texas, nos Estados Unidos, e pode ter feito reféns no interior da loja, informou a polícia local.

"O Departamento de Polícia de Amarillo e outras agências estão na cena. Há relatórios de um indivíduo armado no interior (do supermercado), que poderia ter reféns", disse o órgão em breve comunicado.


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Fonte: http://exame.abril.com.br

Onda de frio dá impulso ao varejo de vestuário

Desde a semana passada, quando as temperaturas em São Paulo chegaram a ficar abaixo de 5°C, consumidores enchem as lojas da rede Decathlon, de artigos esportivos e de vestuário. As vendas na semana passada e nesta semana estão 300% acima do volume verificado no mesmo período do ano passado, diz Cedric Burel, presidente da Decathlon Brasil.

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Fonte: http://www.valor.com.br

Com tecnologia, loja da paquetá supera vendas da rede

cred: Reprodução Youtube

A companhia investiu em duas novidades de tecnologia na loja de Porto Alegre, que foi a que mais vendeu da rede em maio.

A Paquetá, empresa das marcas de calçados Dumond, Capodarte, Lillys Closet, Ateliermix e Ortopé e pelas marcas de varejo Paquetá, Paquetá Esportes, Gaston e Esposende, com mais de 400 lojas pelo País, reinaugurou sua loja no shopping Iguatemi Porto Alegre, há dois meses e já é a primeira da marca em vendas e a quarta de todo o varejo multimarcas da companhia.

A loja foi a que mais vendeu na rede Paquetá em maio, superando a meta em 24%. Em comparação a antiga unidade em 2014, são 32% de aumento de vendas.

O espaço tem área de experimentação instalado em frente à vitrine e aposta no conforto e na mobilidade – que facilitam a circulação dos clientes. O projeto inclui vitrines com pé direito alto e mezanino, onde é possível ver o estoque, além de lustres decorativos. O ambiente também passa a contar com uma área masculina mais reservada, além de um expositor unicamente para homens no novo corredor.

Além do redesenho do projeto arquitetônico, a operação trouxe duas novidades, que foram responsáveis pela melhora da experiência dos consumidores, o Mobile Checkout e Multimix. A aposta é que as tecnologias ajudem a operação a aumentar as vendas em até 10% até o final de 2016.

Por meio do Mobile Checkout, o vendedor comunica o pedido ao estoque pelo smartphone, sem se ausentar para buscar o produto. Com o mesmo dispositivo, é possível fazer a emissão da nota fiscal, finalizando a compra sem filas no caixa.

Já o Multimix permite a consulta de itens através de um terminal que dá acesso ao catálogo completo da marca – o que permite ao cliente escolher e adquirir calçados e acessórios indisponíveis na loja. Após a compra, a entrega é feita na casa do cliente. Ao contrário do sistema de e-commerce, a aprovação da compra é efetuada na hora. Em Porto Alegre, o prazo de entrega é de 48 horas.

O projeto iniciou em 2013 e foi testado em unidades menores. Segundo Marcos Ravazzolli, diretor de varejo do Grupo Paquetá, o principal ganho desse investimento é a experiência, com um modelo de atendimento completo e de acordo com a necessidade do cliente atual.

A loja no Iguatemi é a primeira concebida neste novo formato, além de apresentar o dobro do tamanho – são 312 metros quadrados de área de vendas e 17 metros de vitrine. Ravazzolli afirma, ainda, que proposta é implantar o sistema Multimix em todas as unidades até o final deste ano.


Fonte: http://portalnovarejo.com.br/

terça-feira, 14 de junho de 2016

Mais de um quarto dos consumidores tem financiamento



Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nos 26 Estados e no Distrito Federal revela que 27,6% dos consumidores brasileiros possuem atualmente algum tipo de financiamento e, destes, 7,5% estão com parcelas atrasadas.

A principal finalidade para a contratação desse tipo de crédito é a aquisição da casa própria (41,1%) e a compra de um automóvel (36,5%). Outros motivos ainda mencionados são a compra de motocicletas (8,3%), a reforma da casa (7,4%) e a compra de móveis (5,8%).

De acordo com o levantamento, sete em cada dez (71%) consumidores que têm financiamento atualmente recorreram a ele para realizar um sonho de consumo, mas quase a metade (45,6%) não sabe ao certo o número de parcelas que terá de pagar até terminar de quitar a dívida.

Outra constatação da pesquisa é que dois em cada dez (19,1%) entrevistados que têm esse serviço financeiro admitiram não ter analisado as tarifas e juros cobrados. De acordo com o levantamento, 17% dos consumidores que estão pagando um financiamento já tiveram o nome incluído em instituições de proteção ao crédito em razão de atrasos das prestações, sendo que 7,5% ainda se encontram nesta situação.


As instituições consideradas mais confiáveis para contratar um financiamento são os bancos (69,1%) - bem à frente das financeiras (7,9%) -, mas 54,3% dos entrevistados consideram altos ou abusivos os juros cobrados nesse tipo de operação.


A pesquisa foi encomendada para traçar os hábitos e os comportamentos mais comuns do brasileiro na hora de contratar um empréstimo. Foram ouvidos 674 consumidores de ambos os gêneros, nas capitais e no interior das 27 unidades da federação. A margem de erro é de no máximo 3,8 pontos percentuais.

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Fonte: http://www.valor.com.br/

Conselho da Magazine Luiza aprova emissão de debêntures

Logo do Magazine Luiza na entrada do escritório da empresa em São Paulo

O Conselho de Administração do Magazine Luiza aprovou nesta segunda-feira, 13, a 6ª emissão de debêntures da companhia, por meio da qual pretende captar R$ 100 milhões.

A oferta será com esforços restritos e não precisará de registro de distribuição pública na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os títulos terão vencimento em 20 de junho de 2018 e pagarão aos investidores remuneração equivalente a 125,20% do Depósito Interfinanceiro (DI). O pagamento da remuneração será trimestral, a partir de 20 de setembro deste ano. A amortização do principal será feita em duas parcelas, a primeira parcela em 20 de junho de 2017 e a última na data de vencimento.

O valor unitário dos títulos será de R$ 10 mil e o coordenador líder da operação será o BB - Banco de Investimento. Os recursos serão utilizados para resgate antecipado das debêntures da 3ª emissão da companhia e também para recomposição de caixa do Magazine Luiza.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Um raio-x do estrago da crise no varejo brasileiro

varejo
Setor que emprega cerca de 19 milhões no país, o varejo sofre pesado com a desaceleração econômica.

Com inflação alta e crédito restrito, o consumidor passou a comprar menos e, para se ajustar à demanda, empresas do segmento precisaram baixar portas e demitir muita gente.

A dimensão desse estrago foi mostrada em uma série de estudos compilados pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo).

São dados do IBGE, da CNC (Confederação Nacional do Comércio) e da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers).

“Encerrar a atividade de alguns pontos é a alternativa que muitas redes encontraram para manter a rentabilidade da rede ou não perder tanto em faturamento. Em épocas de redução de despesas não faz sentido ter abertas unidades que não se pagam”, comenta Eduardo Terra, presidente da SBVC, em nota.

Abaixo, veja os números:

190.000
Pessoas foram demitidas pelas varejistas em 2015
8,6%
Foi a queda do volume de vendas do setor no ano
130.000
Pontos de venda baixaram as portas no período
52%
de lojas a mais foram fechadas em relação a 2014
12.000
novas lojas surgiram em shoppings durante 2014 e 2015
2,8%
das unidades de shopping não funcionaram em  2014
4,1%
foi a fatia correspondente a 2015



Fonte: http://exame.abril.com.br/